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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Bento XVI nomeia dois novos bispos para o Brasil nesta quinta-feira

Por Felipe Viana 

Padre Marco Aurélio Gubiotti (esq.) e padre Gabriele Marchesi, respectivamente novos bispos de Itabira-Coronel Fabriciano (MG) e Floresta (PE)

O Santo Padre aceitou a renúncia ao governo pastoral da diocese de Itabira-Fabriciano (Brasil), apresentada por Dom Odilon Guimarães Moreira, de acordo com o cân. 401 § 2 do Código de Direito Canônico. e nomeou como bispo da diocese de Itabira- Monsenhor Marco Aurélio Gubiotti

     Os monsenhores Marco Aurélio Gubiotti e Gabriele Marchesi foram nomeados, nesta quinta-feira, 21 de fevereiro, novos bispos para o Brasil. Monsenhor Marco Aurélio  como novo bispo da diocese de Itabira-Coronel Fabriciano (MG) e para a  diocese de Floresta (PE), foi nomeado o monsenhor Gabriele Marchesi.

     Monsenhor Marco Aurélio Bubiotti é mineiro de Ouro Fino (MG), e tem 49 anos de idade. Cursou filosofia no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, e a teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Foi ordenado presbítero em 1989, e exerceu a missão paroquial nas cidades de Brasópolis, Jacutinga, Tocos do Mogi, Bela Vista e Santa Rita do Sapucaí. Obteve o título de Mestre em Estudos Bíblicos pela Faculdade Nossa Senhora da Assunção, de São Paulo (SP). Colaborou com a formação no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre e foi diretor do Instituto Teológico Interdiocesano São José (2000 a 2005) e da Faculdade Católica de Pouso Alegre (2006 a 2009). Atualmente, padre Marco Aurélio era pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre.

     Monsenhor Gabriele Marchesi nasceu em Incisa Valdarno, na Itália, e está com 59 anos de idade. Cursou filosofia no seminário diocesano de Fiesole, e a teologia em Fiorentino. Ordenado sacerdote em 1978, atuou como pároco na diocese de Fiesole até 2003, quando veio para o Brasil. Desde então, está na diocese de Viana (MA) como sacerdote “Fidei Donum”. Atualmente, era o pároco da Paróquia São Pedro Apóstolo e Nossa Senhora do Rosário na cidade de Pedro do Rosário (MA), e também o coordenador de pastoral da diocese.

Fonte: Boletim diário da Santa Sé e CNBB

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Bento XVI nomeio bispo auxiliar de Curitiba (PR)

Por Felipe Viana 


     O Papa Bento XVI nomeou o bispo auxiliar da Arquidiocese de Curitiba (Brasil) Monsenhor José Mário Angonese, do clero da Arquidiocese de Santa Maria, até agora Reitor do Seminário Arquidiocesano e Pastor maior, atribuindo-lhe a sede titular de Giufi. Rev. José Mário Angonese

     O Rev. padre José Mário Angonese nasceu em 01 de junho de 1960 na aldeia de Unistalda, Diocese do Uruguai, no Estado do Rio Grande do Sul. Ele completou seus estudos de filosofia e teologia no Seminário Maior de Viamão Arquidiocese de Porto Alegre (1983-1989). Ele obteve sua Licenciatura em Filosofia, com especialização em Psicologia da Educação da Faculdade de Filosofia, em Canoas.
Em 16 de Dezembro de 1989, foi ordenado sacerdote e foi incardinado na Diocese de Santa Maria.
Após a ordenação exerceu os seguintes cargos: 
Assistente do Seminário Menor São José e promotor da Pastoral Vocacional (1990-2002), 
Director Espiritual (1991-1998) e depois reitor do Seminário Menor de São José (1999-2001), 
pastor da paróquia Santíssima Trindade em Palma Nova (2002-2010).
Desde 2011, é o pároco da paróquia da Ressurreição e reitor do Seminário Arquidiocesano maior São João Maria Vianney .

Fonte: Boletim diário da Santa Sé

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Bento XVI envia mensagem para Campanha da Fraternidade

Por Felipe Viana



Queridos irmãos e irmãs,

     Diante de nós se abre o caminho da Quaresma, permeado de oração, penitência e caridade, que nos prepara para vivenciar e participar mais profundamente na paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. No Brasil, esta preparação tem encontrado um válido apoio e estímulo na Campanha da Fraternidade, que este ano chega à sua quinquagésima realização e se reveste já das tonalidades espirituais da XXVII Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro em julho próximo: daí o seu tema “Fraternidade e Juventude”, proposto pela Conferência Episcopal Nacional com a esperança de ver multiplicada nos jovens de hoje a mesma resposta que dera a Deus o profeta Isaías: “Eis-me aqui, envia-me!”(6,8).

     De bom grado associo-me a esta iniciativa quaresmal da Igreja no Brasil, enviando a todos e cada um a minha cordial saudação no Senhor, a quem confio os esforços de quantos se empenham por ajudar os jovens a tornar-se – como lhes pedi em São Paulo – “protagonistas de uma sociedade mais justa e mais fraterna inspirada no Evangelho” (Discurso aos jovens brasileiros, 10/05/2007). É que os “sinais dos tempos”, na sociedade e na Igreja, surgem também através dos jovens; menosprezar estes sinais ou não os saber discernir é perder ocasiões de renovação. Se eles forem o presente, serão também o futuro. Queremos os jovens protagonistas integrados na comunidade que os acolhe, demonstrando a confiança que a Igreja deposita em cada um deles. Isto requer guias – padres, consagrados ou leigos – que permaneçam novos por dentro, mesmo que o não sejam de idade, mas capazes de fazer caminho sem impor rumos, de empatia solidária, de dar testemunho de salvação, que a fé e o seguimento de Jesus Cristo cada dia alimentam.

     Por isso, convido os jovens brasileiros a buscarem sempre mais no Evangelho de Jesus o sentido da vida, a certeza de que é através da amizade com Cristo que experimentamos o que é belo e nos redime: “Agora que isto tocou os teus lábios, tua culpa está sendo tirada, teu pecado, perdoado” (Is 6,7). Desse encontro transformador, que desejo a cada jovem brasileiro, surge a plena disponibilidade de quem se deixa invadir por um Deus que salva: “Eis-me aqui, envia-me!’ aos meus coetâneos” - ajudando-lhes a descobrir a força e a beleza da fé no meio dos “desertos (espirituais) do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o que é essencial: (…) o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim como o é o Catecismo da Igreja Católica” (Homilia na abertura do Ano da Fé, 11/10/2012).

     Que o Senhor conceda a todos a alegria de crer n’Ele, de crescer na sua amizade, de segui-Lo no caminho da vida e testemunhá-Lo em todas situações, para transmitir à geração seguinte a imensa riqueza e beleza da fé em Jesus Cristo. Com votos de uma Quaresma frutuosa na vida de cada brasileiro, especialmente das novas gerações, sob a proteção maternal de Nossa Senhora Aparecia, a todos concedo uma especial Bênção Apostólica.

Vaticano, 8 de fevereiro de 2013
[Benedictus PP. XVI]

Fonte: Boletim Diário da Santa Sé 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Fotos da Ordenação Episcopal de Dom Darci José

Por Felipe Viana 



















Aparecida tem bispo auxiliar, Dom Darci

Por Felipe Viana 



   A partir de hoje (03) a Arquidiocese de Aparecida (SP) conta com o novo bispo auxiliar, Dom Darci José Nicioli, que será ordenado bispo em celebração às 18h no Altar Central do Santuário Nacional.

   Monsenhor Darci José Nicioli, CSsR, será ordenado bispo (SP)no Santuário Nacional, ele foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de Aparecida pelo Papa Bento XVI.

Em entrevista exclusiva ao Portal A12.com ele contou sobre o início de sua vida religiosa.

     Natural de Jacutinga (MG), Monsenhor Darci é de uma família católica e pôde conviver com Monsenhor Sebastião Carvalho Vieira, uma pessoa que ele o considera como modelo de padre.

   Segundo Monsenhor Darci, foi na sua cidade natal testemunhando o trabalho de Monsenhor Vieira e conhecendo as missões redentoristas que por lá passaram, sentiu os primeiros indicativos que seguiria na vida religiosa.


domingo, 27 de janeiro de 2013

Dom Jaime Spengler manifesta solidariedade às famílias dos jovens que morreram em Santa Maria

Por Felipe Viana 

"Resta-nos neste instante o silêncio respeitoso; e, sobretudo, a prece solidária", diz bispo auxiliar de Porto Alegre (RS) em mensagem às famílias.



     O bispo auxiliar de Porto Alegre, dom Jaime Spengler, que até  pouco tempo foi referencial para a Juventude no Regional Sul 3 da CNBB, destinou mensagem aos familiares dos jovens falecidos no incêndio de uma boate em Santa Maria, região central do Rio Grande do Sul, ocorrido na madrugada do deste domingo, dia 27 de janeiro.

Confira a mensagem na íntegra:

   Acompanhando os fatos acontecidos nesta madrugada de domingo em Santa Maria, somos atingidos por sentimentos de dor e tristeza. Dor pela vida de tantos jovens; tristeza pelas famílias e amigos destes jovens.

Por que?

Resta-nos neste instante o silêncio respeitoso; e, sobretudo, a prece solidária.

Que o Deus da vida acolha estes todos "sacrificados" nesta tragédia entre os seus eleitos para o banquete celeste.

Às famílias atingidas pela dor e pela separação de entes muito queridos manifestamos nossa solidariedade humana, e, ao mesmo tempo, expressamos palavras de conforto que nossa fé conserva: "para os que crêem a vida não é tirada, mas transformada...".


Dom Jaime Spengler
Bispo auxiliar de Porto Alegre


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Arcebispo do Rio ao Papa: Local da Vigília e Missa Final da JMJ Rio 2013 se chamará “Campus Fidei”

Por Felipe Viana 




     A delegação do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013, e autoridades civis do Rio de Janeiro estiveram reunidos com o Papa Bento XVI na Audiência Geral, realizada nesta quarta-feira no Vaticano. No encontro, o arcebispo da Arquidiocese do Rio e presidente do COL, Dom Orani João Tempesta, propôs ao Papa que o local da Vigília e Missa de Envio da Jornada Mundial da Juventude, em Guaratiba, seja chamado de “Campus Fidei” (“Campo da Fé”).

     Segundo Dom Orani, em entrevista à Rádio Vaticano, o objetivo é dar um nome único ao local durante a JMJ. “É um lugar que tem vários nomes porque são vários terrenos. Então, a partir de agora, a vigília e a missa final será em “Campus Fidei”, em Guaratiba”, disse.

   O arcebispo também afirmou que algumas propostas, elaboradas pelo COL para a JMJ, foram confirmadas e outras ajustadas. Dentre as confirmadas, Dom Orani destacou que o responsável pelas visitas do Santo Padre fora da Itália, Alberto Gasbarri, e o mestre de celebrações litúrgicas pontifícias, monsenhor Guido Marini, visitarão o Brasil nos próximos meses. 

  “Houve a confirmação de quase tudo que já tínhamos preparado sobre a questão de alimentação, segurança, liturgia e comunicação. Afinamos um pouco as ideias para estarmos juntos e nos preocuparmos juntos também, além de escutarmos as várias experiências tanto do Pontifício Conselho para os Leigos quanto dos demais órgãos do Vaticano, que nos ajudaram a repensar vários aspectos”, afirmou o Arcebispo. 

  “Agora, vamos colocar em prática tudo aquilo que decidimos. De maneira especial, creio que o grande trabalho agora é em Guaratiba: preparar o terreno nos próximos cinco meses. E preparar a ida de Alberto Gasbarri, no mês de abril, e do monsenhor Guido Marini, em maio, para os acertos finais. Depois poderemos anunciar oficialmente toda a programação da Jornada e do Santo Padre”, destacou. 
Fonte: Aci Digital 

Secretário do Papa não sabia que seria capa da “Vanity Fair”; a revista usou sua imagem sem permissão.

Por Felipe Viana 



     Uma fonte vaticana negou que o Prefeito da Casa Pontifícia e também Secretário pessoal do Papa Bento XVI, Dom Georg Ganswein, tenha pousado para a polêmica revista de espetáculos Vanity Fair que, sem autorização do Bispo, usou sua foto para a capa de sua mais recente edição italiana.
      A capa da Vanity Fair, que costuma ser ocupada por figuras da cultura pop, mostra a fotografia do rosto de Dom Ganswein, de 56 anos de idade, com a legenda “Ser bonito não é pecado” e o chama de “George Clooney de São Pedro”.
      A fonte consultada pelo grupo ACI explicou que “Dom Ganswein é totalmente alheio à iniciativa da edição, da qual não tinha sido informado em absoluto, e à qual, portanto, não deu nenhum tipo de aprovação nem colaboração”.

     Com efeito, a imagem de capa corresponde a uma fotografia tomada em 2010 pelo fotógrafo Daniel Biskup em Castelgandolfo.

     Vanity Fair dedicou uma nota à vida pessoal do Bispo assinada pelo vaticanista Andrea Tornielli, na qual ademais se recolhem algumas declarações públicas do Prelado à imprensa. O Bispo jamais concedeu uma entrevista à revista.

Fonte: Aci Digital 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Bento XVI abençoa cordeiros na festa de Santa Inês

Por Felipe Viana 


A Igreja celebra nesta segunda-feira, 21 de janeiro, a memória litúrgica de Santa Inês e, segundo uma tradição antiga, nesta data são apresentados ao Papa dois cordeiros abençoados.

A lã deles servirá para confeccionar os pálios sagrados, ou seja, as insígnias que no dia 29 de junho  
na Solenidade de São Pedro e São Paulo. O pálio é uma insígnia litúrgica de ‘honra e jurisdição’, trata-se de faixa de lã branca bordada com seis cruzes pretas de seda. todos os anos o Santo Padre entrega aos novos arcebispos metropolitanos.

Também este ano, logo após o meio-dia, a cerimônia realizou-se na residência apostólica, no Vaticano. Os dois cordeiros apresentados a Bento XVI trazem à mente o martírio da Santa, de quem o Papa ano passado fizera um retrato espiritual. Aproveitamos a ocasião para recordar.

Era 21 de janeiro do ano 305, Estádio Domiciano, onde hoje se encontra a famosa Praça Navona, no centro de Roma. A Cidade Eterna preparava-se para assistir outro banho de sangue. Havia cerca de dois anos, o imperador Diocleciano decidira exterminar os cristãos uma vez por todas. A perseguição foi caracterizada pela violência mais feroz.

Naquele 21 de janeiro encontrava-se acorrentada uma adolescente de 12-13 anos. A sua culpa residia no fato de, além de ser cristã, não querer renunciar à sua escolha de fidelidade a Jesus feita na castidade.

Inutilmente, os carnífices tentaram de tudo para fazê-la renunciar a sua fé. Acabaram por ceifar-lhe a vida desferrando-lhe um golpe mortal de espada, como se fazia naquele tempo com os cordeiros.

Essa é, substancialmente, a história do martírio de Santa Inês, segundo as fontes antigas, embora com algumas discordâncias historiográficas. Ao invés, aquilo de que a Igreja não tem dúvidas é da extraordinária têmpera de fé demonstrada pela mártir, como ressaltou o Papa ano passado:

"Martírio – para Santa Inês – quis significar a generosa e livre aceitação de entregar a própria vida jovem, na sua totalidade e sem reservas, a fim de que o Evangelho fosse anunciado como verdade e beleza que iluminam a existência. No martírio de Inês, acolhido com coragem no Estádio de Domiciano, resplandece para sempre a beleza de pertencer a Cristo sem titubeios, consagrando-se a Ele." (Discurso Almo Colégio Capranica, 20 de maio de 2012)

Em seu martírio, observara o Papa, "Inês selou outro elemento decisivo da sua vida, a virgindade para Cristo e para a Igreja":

"De fato, o dom total do martírio é preparado pela escolha consciente, livre e madura da virgindade, testemunhada pela vontade de ser totalmente de Cristo. Se o martírio é um ato heróico final, a virgindade é fruto de uma prolongada amizade com Jesus amadurecida na escuta constante da sua Palavra, no diálogo da oração, no encontro eucarístico. Inês, ainda jovem, havia aprendido que ser discípulos do Senhor significa amá-lo arriscando toda a existência." (Discurso Almo Colégio Capranica 20 de maio de 2012)

Em 29 de junho próximo, Bento XVI entregará o pálio sagrado aos novos arcebispos metropolitanos. O rito se realizará em outra praça, também ela teatro de martírio: a praça São Pedro. Não é uma casualidade, porque, como afirmou o Papa...

"...essa nossa cidade é fundada também na amizade com Cristo e no testemunho de seu Evangelho, de muitos de seus filhos e filhas. A generosa doação deles a Cristo e ao bem dos irmãos é um componente primário da fisionomia espiritual de Roma". (Discurso Almo Colégio Capranica, 20 de maio de 2012)


Fonte: Radio Vaticano com ajuda da Canção Nova 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Ordenações sacerdotais na arquidiocese de Fortaleza

Por Felipe Viana


     A Arquidiocese de Fortaleza realizou no dia 21 de dezembro, na Catedral Metropolitana de Fortaleza, uma Celebração Eucarística onde foram ordenados seis novos presbíteros pela imposição das mãos e Oração Consecratória de Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo de Fortaleza.

     Os ordenados foram: Antony Christopher de Amorim Gadelha; Helano Samy da Silva Holanda; João Batista Aires Silva; Paulo Roberto Lima dos Reis; Zacarias Virgílio de Araújo Filho.







 
 








 
 
Fonte (texto e fotos): Arquidiocese de Fortaleza
Fonte (fotos): Facebook

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Fotos da Posse de Dom Tarsício, Bispo Diocesano de Duque de Caxias

Por Felipe Viana


Dom Orani e Dom Mauro


Seminaristas da Diocese de Niterói 








Dom José Francisco, Arcebispo de Niterói.








Posse da Cátedra 

Dom Tarcísio dos Santos é o novo bispo de Duque de Caxias

Por Felipe Viana



     O Papa Bento XVI nomeou-o no dia, 1º de agosto de 2011, o novo bispo da Diocese de Duque de Caxias e São João de Meriti (RJ), Dom Tarcísio Nascentes dos Santos, transferindo-o da Diocese de Divinópolis (MG).

      Ordenado no dia 8 de dezembro de 1978, Dom Tarcísio exerceu o seu ministério sacerdotal na Arquidiocese de Niterói (RJ). Eleito bispo de Divinópolis em 11 de fevereiro de 2009, adotou o lema: Spe Salvi (Salvos pela esperança).
      
   Como terceiro bispo diocesano de Duque de Caxias, Dom Tarcísio substitui a Dom José Francisco Rezende Dias, que foi transferido pelo Papa Bento XVI para ser arcebispo de Niterói.

     O anúncio da nomeação foi feito pelo arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, ao vivo pela Rádio Catedral, estando presente o administrador diocesano de Duque de Caxias, Padre Renato Gentile, e o diretor do jornal Pilar, padre Daniel Felix. Durante o anúncio, Dom Orani entrevistou o novo bispo por telefone, dando boas-vindas em nome do Regional Leste 1 da CNBB. (Veja mensagem de Dom Orani).

     “Obrigado por aceitar ser o bispo de nossa Igreja, que há seis meses aguardávamos em oração. Somos uma Igreja jovem, que busca ser solidária com os sofrimentos do nosso povo, tão acolhedor e de muita fé. Sob seu pastoreio, caminharemos na unidade e na comunhão”, (disse padre Renato Gentile).

      Dom Tarcísio disse que recebeu a notícia de sua nomeação com temor, mas que acolhia o pedido do Santo Padre na confiança de ser confortado pelo Bom Pastor. Parafraseando Santo Agostinho: "Para vocês, sou bispo; com vocês, sou cristão", disse que chegava como o irmão caçula, contando com a graça de Deus para florir onde o Senhor lhe tinha plantado.

    “Que o Senhor me dê as graças necessárias para bem servir o povo de Deus, caminhando com a Diocese de Duque de Caxias que, embora jovem, tem uma rica história de evangelização, dando sequencia ao ministério dos meus irmãos bispos que me antecederam”, disse Dom Tarcísio. 

Currículo
     Natural de Niterói (RJ), Dom Tarcísio nasceu em 27 de fevereiro de 1954. Fez seus estudos no Seminário Menor da Arquidiocese de Niterói. Em 1972, ingressou no seminário maior da mesma arquidiocese e cursou filosofia no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro. Fez teologia no Seminário Maior São José, da Arquidiocese de Mariana (MG), concluindo o curso em 1978, no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro. Em Roma, de 1985 a 1992, fez bacharelado, mestrado e doutorado em Teologia Sistemática no Centrum Academicum Romanum Sanctae Crucis.

    Na Arquidiocese de Niterói, foi pároco das paróquias de São Domingos, em Niterói; Nossa Senhora de Nazaré, em Saquarema; Nossa Senhora da Conceição, em Ilha da Conceição e Nossa Senhora de Fátima, da Venda da Cruz. Foi também vigário episcopal do Vicariato Norte da Arquidiocese de Niterói.

   Além disso, foi vice-reitor, diretor espiritual e ecônomo do seminário da arquidiocese; pró-vigário geral; membro do Conselho Presbiteral, da Comissão Regional dos Presbíteros; sócio da Sociedade Brasileira de Canonistas e da Associação Nacional dos Presbíteros do Brasil. Foi professor na Faculdade de São Bento, no Rio de Janeiro, e no Instituto Filosófico e Teológico da Diocese de Nova Friburgo (RJ).

    Dom Tarcisio foi sagrado bispo em 17 de abril de 2009 pelas mãos do arcebispo de Niterói, Dom Alano Maria Pena. A posse em Divinópolis, como quarto bispo diocesano, aconteceu no dia 17 de maio do mesmo ano.

domingo, 28 de outubro de 2012

O Evangelho no mundo

Por Felipe Viana

O Sínodo lança um projeto concreto para a nova evangelização. Com um ponto firme: «a fé é definida na relação que estabelecemos com a pessoa de Jesus» e para o testemunhar é preciso que nos aproximemos da vida dos homens de hoje, sem «inventar qualquer tipo de estratégias» porque o Evangelho não é «um produto a ser colocado no mercado das religiões».

      Exatamente para «poiar e orientar» todas as comunidades cristãs na urgência da missão, os padres sinodais aprovaram na manhã de 26 de Outubro a mensagem pastoral, 

     O nuntius,na conclusão dos trabalhos. Trata-se de um documento novo, como disse o cardeal Betori – presidente da comissão sinodal para a redacção – apresentando-o na Sala de Imprensa da Santa Sé logo após a aprovação. Novo porque «não se limita a exortações globais, mas articula-se em pontos relativos a cada um dos continentes, expressa e especificamente nomeados em ordem alfabética».Porque se é verdade, explicou, que sobretudo num mundo globalizado a reflexão  diz respeito ao conjunto, é verdade também que globalização não quer dizer nivelamento. E, por conseguinte, cada questão deve ser enfrentada considerando as realidades individualmente. Outra característica consiste no tom que se quis manter na mensagem: exortativo e encorajador, perfeitamente em sintonia «com o tom constante das intervenções dos padres sinodais». E este é outro dos elementos que  caracteriza a mensagem sinodal, com a qual todos os padres «concordaram  e se reconheceram a ponto de a aprovar por aclamação». Um exemplo, disse o cardeal Betori, da comunhão expressa na colegialidade da Igreja.  Colocaram no texto experiências e propostas nascidas durante a assembleia, enfrentando as questões mais candentes. Sem ceder ao pessimismo e convidando a um confronto total, 

     O Sínodo propôs de modo emblemático  como fio condutor da mensagem a página evangélica que narra o encontro de Jesus com a samaritana. Também com a experiência sinodal «a Igreja sente o dever de estar ao lado dos homens e das mulheres deste tempo para tornar presente o Senhor na sua vida». 

     O debate, hoje, evidenciou como em todas partes do mundo se sinta «a necessidade de reavivar uma fé que corre o risco de se obscurecer nos contextos culturais que impedem o seu radicamento pessoal e a presença social, a clareza dos conteúdos e os frutos coerentes». Nenhum  pessimismo, recomendam os padres: globalização, secularização, velhas e novas pobrezas são desafios a enfrentar como oportunidade de evangelização. E «não se trata de começar tudo do início».

     Contudo, é  evidente   que «os diferentes cenários sociais e culturais» chamam os cristãos «para algo de novo». Os padres sinodais pensam «numa comunidade acolhedora, na qual todos os marginalizados encontram a sua casa, em experiências reais de comunhão». 

     Enfim, trata-se de «tornar concretamente acessíveis as experiências da Igreja, multiplicar os poços para os quais convidar os homens e as mulheres sedentos e ali fazê-los encontrar com Jesus, oferecer oásis nos desertos da vida». Mas a missão de evangelizar o mundo para a Igreja inicia com um apelo à conversão. Começando por si mesma.

Fonte: L’Osservatore Romano

sábado, 27 de outubro de 2012

"A Igreja é Igreja de todos os povos", diz Bento XVI

Por Felipe Viana


"A Igreja é Igreja de todos os povos, fala em todas as línguas, é sempre Igreja de Pentecoste; não Igreja de um Continente, mas Igreja universal", disse o Papa.


      O Papa Bento XVI participou neste sábado, 27, da 22º e última congregação geral da 13º Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos. Na ocasião, foi votado e apresentado o elenco final das proposições. Ao tomar a palavra, Bento XVI lembrou o caráter universal da Igreja, o que também é uma bela expressão do Sínodo dos Bispos.

      O Papa explicou que o anúncio de um novo Consistório, para 24 de novembro, é para completar aquele realizado em fevereiro deste ano. Sua intenção foi exprimir justamente essa universalidade da Igreja.

      “... a Igreja é Igreja de todos os povos, fala em todas as línguas, é sempre Igreja de Pentecoste; não Igreja de um Continente, mas Igreja universal. Esta era propriamente a minha intenção, de exprimir este contexto, esta universalidade da Igreja; é também a bela expressão deste Sínodo”.

      O Papa contou que, para ele, foi muito edificante, reconfortante e encorajante ver durante o Sínodo esse espelho da Igreja universal, que conta com a presença do Senhor também nos momentos difíceis.

      Antes dos agradecimentos, Bento XVI anunciou uma mudança: a responsabilidade pelos Seminários, que até então era da Congregação para a Educação Católica, foi transferida para o Clero e a competência sobre as Catequeses foi passada ao Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

      Depois de muito rezar e refletir, tais mudanças foram feitas, segundo explicou o Pontífice, a partir do contexto das reflexões do Sínodo e o término de um caminho de reflexões sobre temáticas dos Seminários e da Catequese.

      O Santo Padre lembrou que, durante o Sínodo, foi possível perceber como também hoje a Igreja cresce e está viva. “Mesmo se a Igreja sente ventos contrários, todavia sente, sobretudo, o vento do Espírito Santo que nos ajuda, nos mostra o caminho certo; e assim, com novo entusiasmo, me parece, estamos no caminho e agradecemos ao Senhor porque nos deu este encontro verdadeiramente católico”.

Bento XVI encerrou dizendo que as Proposições apresentadas são agora um testamento, um dom dado a ele por todos os presentes, para que ele coloque tudo em um único documento, “que vem da vida e deve gerar vida”.

Fonte: Canção Nova Notícias
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