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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Sacerdotes católicos unem-se a líderes evangélicos na defesa dos valores cristãos e do povo brasileiro


Por Felipe Viana

No dia 30 de agosto de 2012, Padre Paulo Ricardo esteve no Senado Federal, juntamente com o Padre Berardo Graz, o Padre Luis Carlos Lodi, o Sr. Paulo Fernando, Prof. Felipe Nery e Profª Janaína, a fim de discutir as propostas de mudança para o novo Código Penal.
 
Além de participar da seção pública e falar ao Senador Pedro Taques (PDT-MT), Padre Paulo Ricardo e os demais reuniram-se também com o Senador Gim Argello, líder do PTB e o Senador Renan Calheiros, líder do PMDB, entre outros senadores.
A eles, expuseram a impossibilidade de uma apreciação digna e de uma votação condizente com a vontade da população brasileira das propostas para o novo Código Penal no prazo exíguo de trinta dias, além de outros pontos específicos que causam estranheza e rejeição, como a descriminalização do aborto, a liberação da maconha, o consentimento sexual a partir dos 12 anos de idade (que liberaria a pedofilia), entre outros.
 
O encontro foi articulado pela chamada Bancada Parlamentar Evangélica e conseguiu ao menos um ponto positivo: a prorrogação do prazo para análise das propostas em mais trinta dias.
Ao final, o Padre Paulo e o Sr. Paulo Fernando concederam uma entrevista para o Portal Fé em Jesus, que pode ser assistida aqui:

 
               

Fonte: Padre Paulo Ricardo

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Causa Finita Est

Por Felipe Viana


Mais uma vez o Brasil dá provas que de Terra de Santa Cruz foi só um de seus nomes oficiais.





A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) apoia o aborto de bebês anencéfalos. O Brasil mancha de sangue as páginas de sua história. Assim, com esta liberação, estamos perto do fim do valor da vida, pois se o STF já manifesta sua posição contrária ao direito universal do homem, ou seja, o seu nascimento, em poucos anos se verá a iminente aprovação do infanticídio intrauterino.

 
Que Deus tenha misericórdia de nós!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Latinos Americanos rejeitam esmagadoramente aborto em pesquisa de opinião feita em 18 países.

Por Felipe VianaMatthew Cullinan Hoffman
Uma enorme pesquisa de opinião pública que fez perguntas para 20.000 pessoas em 18 países latino-americanos confirma que os latino-americanos continuam a rejeitar o aborto em maioria esmagadora.

A pesquisa, intitulada “Public Opinion Regarding Abortion: Uruguay and Latin America” (Opinião Pública com relação ao Aborto: Uruguai e América Latina), foi conduzida pela Universidade Uruguaiana da República. Os entrevistados eram solicitados a classificar a justificabilidade do aborto numa escala de um a dez, com um indicando “jamais” e dez indicando “sempre”.

Com exceção do Uruguai, em média a resposta para cada país era um pouco acima de 2, com pontuações individuais estendendo-se da Guatemala com uma pontuação de 1,31 à Argentina em 2,99. As duas pontuações próximas mais elevadas depois da Argentina foram a do México e Nicarágua, com pontuações respectivas de 2,53 e 2,35. Brasil e Colômbia, que são os dois maiores países da América do Sul e coletivamente representam mais da metade da população do continente, tinham pontuações de 2,27 e 1,80. A média para todos os países da América Latina e Caribe foi 2,1.

O Uruguai, um dos menores países da América Latina, se desviou a olhos vistos do resto das nações no estudo, com uma pontuação de 4,13.

O estudo também concluiu que, ao contrário das afirmações feitas por grupos pró-aborto, os “indivíduos que justificam o aborto são na maioria homens”, e acrescentou que eles tipicamente são da “idade de 40 anos ou mais jovens, com um elevado nível de educação, baixo nível de privação de bens, baixa religiosidade e que não professam a fé católica ou evangélica”.

Fonte:
Revista Veja Online

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Corte Belga: criança deficiente tem “direito certo e legítimo” de ser objeto de aborto terapêutico.


A Revue Générale des Assurances et des Responsabilités acaba de publicar uma importante decisão da Corte de Apelação de Bruxelas de 21 de setembro de 2010 (RGAR, 2010, n º 14.675), em um processo relativo a uma criança nascida com deficiência como resultado de um diagnóstico pré-natal errado.
Podem os pais, em nome de seu filho, ajuizar uma ação de danos sofridos por ele a título pessoal?

A Corte de Apelação de Bruxelas respondeu positivamente a esta questão extremamente delicada. Depois de ter ponderado que “certamente, o erro de diagnóstico não causou a deficiência da criança, que preexistia ao erro e não poderia ser sanada”, a Corte considera que, “no entanto, o prejuízo que deve ser indenizado não é a deficiência em si, mas o fato de ter nascido com tal deficiência”.

Assim, a criança, pela voz de seus pais, pode reclamar uma indenização dos médicos que, por culpa própria, lesaram o interesse certo e legítimo da mesma em ser objeto de um aborto terapêutico, pressupondo que sua mãe teria recorrido a isto caso tivesse sido devidamente informada sobre sua condição durante a gravidez. Na opinião da Corte, ao escrever no Código Penal o artigo 350, alínea 2, 4º, que autoriza o aborto terapêutico, “o legislador teve necessariamente a intenção de ajudar a evitar que nasçam crianças com anomalias graves, levando em consideração não somente o interesse da mãe, mas também o do próprio nascituro”.

Esta é a primeira vez na Bélgica que uma Corte de Apelação acolhe este tipo de ação (Wrongful Life). Anteriormente, um tribunal de primeira instância de Bruxelas, em 21 de abril de 2004, tomou uma decisão análoga a respeito de uma criança com Síndrome de Down.

Estas decisões não são diferentes do célebre caso Perruche que levou a Corte de Cassação francesa, reunida em assembleia plenária a se pronunciar no mesmo sentido (decisão de 17 de novembro de 2000, confirmada pelas decisões de 13 de julho de 2001 e 28 de novembro de 2001). Estas decisões despertaram uma vaga de protestos na sociedade civil e dividiram os juristas. Pôs-se um fim a esta jurisprudência pela aprovação da lei nº 2002-304, de 4 de março de 2002.

Fonte: Institut Européen de Bioéthique

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Diocese de Mogi das Cruzes se une a movimento diocesano por lei anti-aborto no Estado de São Paulo

A diocese de Mogi das Cruzes, em São Paulo, aderiu a um movimento de dioceses pela anti-legalização da prática abortiva. A iniciativa, liderada por outras quatro dioceses do estado - Taubaté, Lorena, Caraguatatuba e Guarulhos - tem como intuito elaborar e apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição do Estado de São Paulo garantindo a vida humana desde a concepção até a morte natural.

Conforme o bispo diocesano de Mogi das Cruzes, Dom Airton José dos Santos, o projeto trata de uma regulamentação. O prelado explica que já existe na Constituição brasileira uma lei que protege o feto humano. O movimento quer reforçar essa determinação sugerindo uma lei que regulamente essa proteção no estado de São Paulo também. O estado "é um centro muito efervescente e com todas as possibilidades de tecnologia e ciência e medicina, portanto um local importante para garantir o respeito à vida humana", diz.

Dom Airton afirma que as 41 dioceses que compõe a Igreja no Estado de São Paulo apoiam o movimento que visa a essa regulamentação. No entanto, segundo ele, tradicionalmente e historicamente, as atividades nesse sentido são mais fortes nas quatro dioceses que encabeçam o projeto. "Taubaté, por exemplo, realiza todo ano a Pastoral Familiar. Então talvez exista um conhecimento sobre o assunto que as outras dioceses não tenham".

Contudo, o bispo de Mogi das Cruzes explica que se o projeto caminhar como se espera a participação efetiva das demais dioceses será fundamental. "Serão necessárias 300 mil assinaturas para que se possa apresentar como projeto de lei de iniciativa popular", declara.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Socialistas Espanhóis se escandalizam por menina que deu à luz… enquanto promovem anticoncepção e aborto precoce.

Para as autoridades da Partida Socialista Operário Espanhol (PSOE) é um escândalo que uma menina de 10 anos de idade tenha dado à luz em Jerez, entretanto o grupo oficialista aprova que os menores mantenham relações sexuais, consumam anticoncepcionais e até se submetam a abortos.

A porta-voz da Plataforma pró-vida, Direito a Viver (DAV), na Espanha, Gádor Joya, questionou esta “incoerência da doutrina oficial do PSOE” e considerou um paradoxo que “para o Governo da Andaluzia e o Governo de Zapatero, uma menina de 10 anos não pode dar à luz, mas pode praticar sexo e tomar sem receita a pílula do dia seguinte.

“Na Espanha, existe pena de cadeia por manter relações sexuais com menores de doze anos, mas uma menina pode comprar sem restrições a chamada pílula abortiva a essa idade e da doutrina da educação sexual promovida por este Governo, é incitada constantemente a praticar relações sexuais precoces”, acrescentou Jóia.

A menina de origem romena que deu à luz poucos dias atrás em Jerez de la Frontera “poderia ter comprado a PDS sem nenhum tipo de supervisão médica, se ela tivesse querido; por outro lado, é um escândalo que tenha um bebê, para a mentalidade socialista sobre o aborto e a educação sexual”, explicou.

“Se a Junta da Andaluzia tivesse conhecido a gravidez da menor, certamente teria intervindo para tirar a custódia aos pais e induzi-la a abortar. É o que se desprende das declarações da conselheira Micaela Navarro, escandalizada porque uma menina de dez anos dê à luz um bebê mas não pelo fato de que aos nove anos ela tenha mantido relações sexuais”, acrescentou.

Joya recordou que “a aberração é que uma menina de nove anos possa ter relações sexuais, algo que, entretanto, a Junta, o Governo de Zapatero e o PSOE consideram normal e até saudável em sua doutrina sobre a educação sexual plasmada na nova lei do aborto”.

Video com as declarações de Gador Joya em espanhol.


10.000 pessoas protestam contra Congresso abortista em Sevilha.


“Assassinos! Assassinos! Assassinos!”, assim gritavam os manifestantes pró-vida em Sevilha, Espanha, no dia 23 de outubro, sempre que alguém entrava ou saía do hotel em que se realizava o “IX Congresso Internacional de Profissionais do Aborto e Contracepção”, conforme noticia o jornal de Madri, La Razón.

Em frente ao Hotel Meliá Sevilla, o movimento espanhol HazteOir organizou um protesto com mais de 10.000 pessoas contra o congresso que reuniu 600 “profissionais” de aborto de 48 países para compartilhar técnicas de matar bebês no ventre materno.

«Querem-se chamar profissionais de medicina», mas «sua função é acabar com uma vida», portanto, «são profissionais da morte», disse uma das organizadoras, Gádor Joya, realçando o dado de que o “negócio” do aborto «na Espanha fatura, por ano, declarados, mais de 50 milhões de euros».

De acordo com o site de HazteOir, o principal objetivo da manifestação foi para que Sevilha não ficasse marcada como capital mundial do aborto. E por isso adotaram como lema “Sevilha, capital da Vida”.

O ato acabou com a leitura de um manifesto contra o financiamento das Administrações Públicas locais ao referido Congresso e por tê-lo considerado como de “interesse científico-sanitário”, exigindo que as autoridades «deixem de financiar com nosso dinheiro a indústria do aborto», que se enriquece «à custa do sofrimento das mães».

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

ENTREVISTA COM LUIZ BASSUMA, PUNIDO PELO PT POR SER CONTRA O ABORTO


“Eu me sinto honrado por ter sido suspenso pelo PT por ter defendido a vida”

Em Setembro do ano passado, o deputado federal Luiz Bassuma teve suspensos seus direitos partidários dentro do PT pelo prazo de um ano por decisão da direção nacional da legenda. O motivo: era contra a orientação do partido a favor da legalização do aborto. Integrante da Frente Parlamentar em Defesa da Vida, Bassuma preferiu pedir sua desfiliação do PT, entrando no PV de Marina Silva e disputando o governo da Bahia pelo partido. Agora, com a questão da legalização do aborto tirando votos da candidata Dilma Rousseff, Bassuma critica o que considera mudança de opinião da petista em relação ao assunto. “Acho que vai piorar a situação dela se mentir sobre o aborto por razões eleitoreiras. Vai ser um tiro no próprio pé”, afirma.

O senhor foi punido pelo PT por ser contra a legalização do aborto. Agora, esse tema passou a ser um dos principais problemas da campanha presidencial de Dilma Rousseff e o PT se esforça para dizer que não defende a proposta. Qual é a sua avaliação sobre isso?

Ninguém pode apagar a história. Fui punido com um ano de suspensão pelo PT apenas por querer continuar a favor de uma ideia que sempre defendi. Não queria que ninguém pensasse igual a mim. Só queria que o partido respeitasse meu direito de ter opinião diferente.

O senhor acha que o PT agiu errado com o senhor?

Cumpri quatro mandatos pelo PT e um dos motivos que me fizeram ser filiado ao partido era justamente o artigo interno que permitia aos integrantes terem direito à liberdade de opinião, de religião, de pensamento. Comigo não valeu.

O senhor acha que há setores do partido que realmente são contra o aborto?

É possível. Mas fui punido quase por unanimidade pela direção do partido por ser contra a proposta. Dilma era a ministra chefe da Casa Civil na ocasião. Durante a análise do meu caso, o PT deixou claro que é a favor da legalização e não concordo.

Nos últimos dias, a candidata Dilma tem negado publicamente ser a favor do aborto. O PT, então, deveria propor uma punição interna para ela como fez no caso do senhor?

Acho que eles têm de assumir a verdade e dizer o que pensam sobre o assunto. Vai piorar a situação dela se mentir sobre o aborto por questões eleitoreiras. Vai ser um tiro no próprio pé. Na minha opinião, ela é materialista. O presidente Lula não. Todo mundo sabe que ele realmente tem uma posição diferente. Ele sempre disse que era contra o aborto.

Esse tratamento mais flexível do PT sobre o tema faz com que o senhor se sinta injustiçado por ter sido punido?

Pelo contrário. Eu me sinto honrado por ter sido suspenso pelo PT por ter defendido a vida. Essa é a bandeira da minha vida. Minha principal causa política. E o PT não respeitou esse meu direito. Envergonhado eu estaria se tivesse defendido o mensalão. Eu acho que o aborto significa matar uma vida.

Sua candidata, a senadora Marina Silva, está fora do segundo turno. Entre José Serra e Dilma Rousseff, quem o senhor pretende apoiar no segundo turno?

O PV e Marina ainda vão definir suas posições sobre a sucessão presidencial. Mas eu vou votar e fazer campanha por José Serra em Salvador. Já estou anunciando esse meu apoio publicamente.

Fonte: carlos lopes

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