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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Três irmãos se ordenam sacerdotes e celebram juntos primeira missa.

Por: Felipe Viana


Três irmãos espanhóis, sacerdotes da Associação Clerical Virgo Flos Carmeli, dos Arautos do Evangelho, celebrarão sua primeira missa em sua cidade natal amanhã, 29 de dezembro, para a alegria de toda a Igreja local. Trata-se de do padre Leopoldo Werner Benjumea, Conde de San Isidro e seus irmãos, padre Pablo e Padre Carlos.

A missa será celebrada às 19h na Paróquia de San Miguel de Miramar e terá assistência musical do coro e conjunto instrumental dos Arautos do Evangelho. Ao término será realizado um breve concerto de canções de Natal.

A mãe dos três religiosos, Pegui Benjumea Heredia, não ocultaou sua satisfação porque três de seus quatro filhos são sacerdotes de Cristo. Pegui afirmou também que a sua filha, irmã Mônica Werner Benjumea, não poderá deslocar-se do Brasil (onde mora) até Málaga nestas datas devido a suas obrigações como religiosa do Instituto Regina Virgininum, também formado dentro da família dos Arautos do Evangelho.

A ordenação sacerdotal dos três irmãos malaguenhos teve lugar na Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Caieiras, São Paulo, no último dia 29 de setembro, e foi presidida pelo vice-presidente do Regional Sul 1 (São Paulo) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e encarregado de estudos do Seminário dos Arautos do Evangelho, o bispo de Lorena, São Paulo,Dom Benedito Beni do Santos.


Arqueólogos encontram fósseis que podem mudar teoria da origem humana.

Por: Felipe Viana



Descoberta evidenciaria a existência de um Homo sapiens mais antigo, de 400 mil anos.

Arqueólogos israelenses encontraram fósseis que podem mudar a teoria da evolução humana. Segundo o G1, os pesquisadores acharam dentes que seriam de seres humanos modernos de cerca de 400 mil anos atrás, o que comprovaria a existência de um Homo sapiens mais antigo.

Atualmente, acredita-se que os Homo sapiens tiveram sua origem na África há cerca de 200 mil anos.

A notícia foi publicada na revista American Journal of Physical Anthropology.

Os fósseis foram encontrados na caverna de Qesem, em Israel. Para o coordenador do estudo, Avi Gopher, são necessárias mais pesquisas para comprovar a teoria dos arqueólogos, mas a descoberta pode mudar a teoria da evolução humana. “A datação da caverna mostra que a presença do Homo sapiens nesta parte do mundo é mais antiga do que as outras evidências que tínhamos até então”, diz.

Fonte: Diario de canoas, editado por Felipe Viana.

Sinal de Xuxa no “Especial de Natal” da Globo gera controvérsia no meio cristão.

Por: Felipe Viana



O fato da apresentadora ter mostrado com tanta veemência esse conhecido e público símbolo satânico não significa que a mesma seja isso, nem que esteja debochando de Deus como sugere o vídeo.

Vê-se pelo sinal da cruz, que antecede o “chifre”, a noção exata de sua “consciência” católica, já que os protestantes não usam o sinal da cruz, nem muito menos as seitas esotéricas.É um sinal da cruz digamos, diferente, mas sinaliza de alguma forma sua fé particular.

Fica a imagem a alimentar o imaginário coletivo da sociedade.

A nós cabe a reflexão e não o julgamento das intenções da artista que pertence somente a Deus.

Ademais, tem chegado a nós a informação de que esse símbolo (além do símbolo satanista, conhecido como “chifre de Bode”) na linguagem dos sinais  significa “Eu te amo!”, o que apenas referenda que não devemos julgar.

Veja e tire suas conclusões.
 

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

igreja americana substitui anúncio ateu com mensagem cristã.

Por : Felipe Viana


Bem em tempo de Natal, o outdoor em Nova Jersey que declarava Natal é “mito” foi substituído esta semana por um cartaz cristão.
O novo outdoor apresenta “Deus é” e uma infinidade de palavras e frases incluindo
“bom,” “vivo,” “Jesus,” “ciente de sua luta” e “aquele que te amou.”
O anúncio está localizado próximo ao Túnel Lincoln, um
dos túneis mais viajados no mundo. Foi patrocinado pela Igreja Times Square o qual tinha os mesmos anúncios estampados em mais ou menos 1000 vagões de metrô da cidade de Nova York no início deste ano.
“Nós queremos encorajar as pessoas a buscarem a Deus e provar que de fato Ele é,” disse o Pastor Sênior Carter Conlon.
O anúncio, disse ele, descreve Deus “em apenas algumas das infinitas maneiras que Ele prova Sua presença para nós todos os dias.”
Este é a segunda campanha pró-Deus para atingir a área desde que os Ateus Americanos lançaram o seu cartaz anti-Natal. Por cerca de um mês, o grupo humanista tinha um anúncio que mostrava três reis magos visitando o bebê Jesus na manjedoura e as palavras “Você sabe que é mito. Esta temporada comemora razão.”
O outdoor ateu foi projetado para apelar aos ateus “enrustidos” durante a temporada de férias quando a maioria dos norte-americanos celebram o Natal. Ele chamou bastante atenção e provocou debates.
A Liga Católica respondeu patrocinando seu próprio outdoor perto da saída do Túnel Lincoln, em Nova York. O anúncio apresenta José, Maria e Jesus e a frase “Você sabe que é real. Nesta temporada, celebre Jesus.”
A Igreja de Times Square, que atrai mais de 8.000 pessoas por semana, é a última a se envolver no debate com o seu anúncio “Deus é.”
Fonte: The  Christian Post
Por: Felipe Viana

God IS 250x166 Mega igreja americana substitui anúncio ateu com mensagem cristãBem em tempo de Natal, o outdoor em Nova Jersey que declarava Natal é “mito” foi substituído esta semana por um cartaz cristão.
O novo outdoor apresenta “Deus é” e uma infinidade de palavras e frases incluindo “bom,” “vivo,” “Jesus,” “ciente de sua luta” e “aquele que te amou.”
O anúncio está localizado próximo ao Túnel Lincoln, um dos túneis mais viajados no mundo. Foi patrocinado pela Igreja Times Square o qual tinha os mesmos anúncios estampados em mais ou menos 1000 vagões de metrô da cidade de Nova York no início deste ano.
“Nós queremos encorajar as pessoas a buscarem a Deus e provar que de fato Ele é,” disse o Pastor Sênior Carter Conlon.
O anúncio, disse ele, descreve Deus “em apenas algumas das infinitas maneiras que Ele prova Sua presença para nós todos os dias.”
Este é a segunda campanha pró-Deus para atingir a área desde que os Ateus Americanos lançaram o seu cartaz anti-Natal. Por cerca de um mês, o grupo humanista tinha um anúncio que mostrava três reis magos visitando o bebê Jesus na manjedoura e as palavras “Você sabe que é mito. Esta temporada comemora razão.”
O outdoor ateu foi projetado para apelar aos ateus “enrustidos” durante a temporada de férias quando a maioria dos norte-americanos celebram o Natal. Ele chamou bastante atenção e provocou debates.
A Liga Católica respondeu patrocinando seu próprio outdoor perto da saída do Túnel Lincoln, em Nova York. O anúncio apresenta José, Maria e Jesus e a frase “Você sabe que é real. Nesta temporada, celebre Jesus.”
A Igreja de Times Square, que atrai mais de 8.000 pessoas por semana, é a última a se envolver no debate com o seu anúncio “Deus é.”
Fonte: The  Christian Post

Católicos Bolivianos criticam nova lei da Educação aprovada pelo Governo.

Por: Felipe Viana



Os representantes dos serviços de educação da Igreja católica na Bolívia se pronunciaram sobre a promulgação da lei de educação “Avelino Sinani e Elisardo Perez” promulgada pelo Presidente Morales na manhã de 20 de dezembro.
Reunidos em Assembleia Nacional, em uma coletiva à imprensa expressaram sua posição sobre a recém-aprovada lei: “Acreditamos que esta seja a lei mais importante dentre as propostas em nosso país, porque formará as novas gerações. As leis devem levar em consideração as preocupações e aspirações da sociedade e transformá-las em direito para todos. Deste ponto de vista, sentimos muito que a lei ‘Avelino Sinani e Elizardo Perez’ não responda a esta realidade social do estado plurinacional, discrimine e exclua, favorecendo poucos em detrimento de todos”.
A nota enviada à Agência Fides pela Conferência Episcopal da Bolívia informa sobre os aspectos da lei considerados positivos: a nova instrução técnica e produtiva; a ampliação do ensino pré-escolar para 2 anos obrigatórios; a freqüência obrigatória gratuita até o fim da escola média superior; a promoção das culturas dos povos indígenas, das comunidades rurais, das comunidades inter-culturais e afro-bolivianos (não consideradas na antiga lei); o uso das línguas nativas; a promoção do ensino para adultos.
É preciso, porém, reconhecer que tais aspectos já são parte do programa educativo da Igreja católica. Infelizmente, as considerações negativas desta lei colocam em discussão o próprio espírito da lei. Assim – afirma o comunicado – “o primeiro artigo afirma que o Estado e a Sociedade são os responsáveis pelo ensino, o que é contradito no texto da lei. Uma prova disso é o fechamento da “Normal Católica”, o que denunciamos como uma perda cultural e intelectual para o país”.
O primeiro capítulo afirma que os pais têm o direito de escolher a educação de seus filhos. Contudo, o texto prevê um só tipo de instrução: um programa projetado pelo Ministério da Educação Pública.
A este respeito, o comunicado afirma: “Como Igreja e como educadores católicos, cremos que a verdadeira educação é aquela que compreende o ser humano em sua totalidade. Eis porque a Igreja fala de Educação Integral em suas três dimensões: cultural, intelectual e espiritual. Para que as pessoas cresçam em harmonia, nenhuma destas três dimensões pode ser deixada de lado. Neste sentido, o ensino da matéria ‘religião’ readquire um significado particular na construção da personalidade do aluno. Consequentemente, julgamos que os pais, de acordo com sua crença, têm o direito de escolher a educação religiosa de seus filhos e filhas”. O comunicado se encerra afirmando o desejo de contribuir positivamente no processo de aplicação da lei e de sua futura regulamentação.
Fonte: Agência Fides

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Protestantes celebram a festa do natal?


Veja as razões pelas quais alguns  protestantes não celebram o natal.
Não sei se todos usam esses mesmos argumentos para justificar, nem sei se todos não celebram a festa natalina.

De qualquer forma, as razões apresentadas são fundamentalistas e seguem a mesma lógica da “interpretação pessoal”, do presente sem passado, da”certeza” sem raízes, da ausência de tradição e da visão parcial da alegria e da festa, uma fé – nesta análise natalina-culturalmente desencarnada.
Uma pena..
***
1- Porque a Bíblia não manda celebrar o nascimento.


2- Porque Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Esta data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. Jesus nasceu em setembro ou outubro.

3- A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor, e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara para Ele voltar.

4- O natal é uma festa que centraliza a visão do palpável e esquece do que é espiritual. Pra Jesus o mais importante é o Reino de Deus que não é comida nem bebida, mas justiça e paz no espírito.

5- Porque o natal se tornou um culto comercial que visa render muito dinheiro. Tirar dos pobres e engordar os ricos. É uma festa de ilusão onde muitos se desesperam porque não podem comprar um presentinho para os filhos.

6- Porque esta festividade está baseada em culto à falsos deuses nascidos na Babilônia. Então, se recebemos o natal pela igreja católica romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual a origem verdadeira?O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia.

7- Esta festa não glorifica a Jesus pois quem a inventou foi a igreja católica romana, que celebra o natal diante dos ídolos (estátuas). Jesus é contra a idolatria e não recebe adoração dividida.
8- Porque os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga que (que são demônios)

9- O natal de Jesus não tem mais nenhum sentido profético pois na verdade todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda à terra já se cumpriram. Agora nossa atenção de se voltar para sua Segunda vinda.

10- A festa de natal traz em seu bojo um clima de angústia e tristeza, o que muitos dizem ser saudades de Jesus, mas na verdade é um espírito de opressão que está camuflado, escondido atrás da tradição romana que se infiltrou na igreja evangélica, e que precisamos expulsar em nome de Jesus.

Fonte: Antonio.blogspot

Wikileaks revela “opiniões de funcionários americanos” sobre o Vaticano.

 
A Santa Sé considerou que os documentos enviados ao Departamento de Estado dos EUA pela embaixada desse país na Santa Sé, revelados por WikiLeaks, não são mais que opiniões de seus redatores.

Um comunicado emitido no sábado pela Sala de Imprensa da Santa Sé aborda o tema da divulgação dos documentos secretos por WikiLeaks

“Naturalmente tais informações refletem as percepções e as opiniões dos que as redigiram, e não podem ser consideradas expressão da própria Santa Sé, nem citações precisas das palavras de seus oficiais.”
Portanto, sua credibilidade “deve ser avaliada com reserva e com muita prudência, tendo em conta essa circunstância”, afirma o comunicado vaticano.

Se bem que expoentes de WikiLeaks tivessem anunciado em dias anteriores importantes revelações dos documentos diplomáticos norte-americanos sobre o Papa e o Vaticano, as filtrações não trazem informações novas.

As correspondências apresentam a visão da Igreja e da Santa Sé dos diplomatas norte-americanos, em particular da senhora Julieta Valls Noyes, que durante um tempo foi chefe interina da missão diplomática nessa embaixada.

Entre as “revelações” de WikiLeaks destacam-se a sensibilidade ecológica de Bento XVI ou a consideração de que o Vaticano é um Estado pouco moderno, hierárquico, no qual faltam “vozes dissidentes”.

Afirma-se que o cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, é um “homem do sim” a serviço do Papa, comentário que, segundo ZENIT apurou nesse domingo em círculos vaticanos, alegrou o próprio Bertone, que considera sua missão precisamente de colaboração e obediência ao Santo Padre.

“Bertone tem um estilo pastoral que o leva frequentemente fora de Roma, a ir pelo mundo, a ocupar-se de problemas espirituais antes que da política exterior e da gestão”, afirma a diplomata norte-americana.

“No Vaticano, o Papa é o responsável último por todas as decisões importantes”, ainda que costume delegar para “aqueles que mais sabem ou melhor informados estão sobre cada matéria particular”, escreve a senhora Valls Noyes em um informe a Washington.

As correspondências insistem nas crises comunicativas que o Vaticano viveu nos últimos tempos e asseguram que as novas tecnologias, em particular os telefones de nova geração, não são muito utilizados entre a Cúria Romana.
Adverte-se que o Papa manifestou no passado perplexidade perante a entrada da Turquia na Europa, e se sublinham as difíceis relações entre o Vaticano e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

Só uma das correspondências não repete tópicos publicados pela imprensa ocidental: no Vaticano, segundo os oficiais norte-americanos, não se fala muito inglês, motivo pelo qual a Cúria Romana não estaria à altura da situação.

L’Osservatore Romano, em sua edição de 12 de dezembro, não fez referência a estas revelações de WikiLeaks. Em sua edição de 4 de dezembro atribuía a publicação dos documentos a um objetivo: “alimentar um cenário que ponha sob pressão as relações diplomáticas entre países”.

“Segundo alguns observadores, dos documentos filtrados por WikiLeaks saem elementos orientados a influenciar em suas dinâmicas no panorama político internacional, ainda que não pareça que este objetivo seja facilmente alcançável.

Ao menos até que os documentos em questão fiquem em rumores entre os líderes mundiais”, concluía o jornal vaticano.

Por sua parte, o embaixador dos EUA na Santa Sé, Miguel Humberto Díaz, divulgou no sábado uma nota em que condena “energicamente” a divulgação das correspondências.

“Sem comentar o conteúdo ou a autenticidade de tal informação”, o embaixador norte-americano na Santa Sé, de origem cubana, assegura que sua embaixada “participa com o Vaticano dos esforços para impulsionar o diálogo inter-religioso de forma ativa, pelo bem comum”.

Fonte: Zenit

As imagens sagradas e o magistério da Igreja Católica. NÃO É idolatria!



Por Rodolfo Papa*

Um distante concílio, o II Concílio de Niceia, no ano 787, definiu a correção do uso das imagens na Igreja, colocando de forma autorizada fim às tendências iconoclastas.

E no entanto em nossa contemporaneidade, dominada pelo uso obsessivo do que se vê, as igrejas frequentemente são projetadas e realizadas com uma postura que, quando se olha de perto, parece novamente iconoclasta: as paredes estão desnudas, não há imagens, quando muito, elementos estilizados, que aplicam linguagens emprestadas de experiências artísticas distantes do cristianismo, quando não inclusive contrárias a ele.

É oportuno portanto percorrer a antiga via da legitimação das imagens. Partamos precisamente do II Concílio de Niceia, analisando suas preciosas indicações: “nós definimos com todo o rigor e cuidado que, à semelhança da representação da cruz preciosa e vivificante, assim as venerandas e sagradas imagens pintadas quer em mosaico, quer em qualquer outro material adaptado, devem ser expostas nas santas igrejas de Deus, nas alfaias sagradas, nos paramentos sagrados, nas paredes e nas mesas, nas casas e ruas”.

As imagens sagradas se colocam no mesmo plano que a representação da cruz, e à semelhança da cruz devem ser expostas em todo lugar: no contexto da liturgia, nos lugares sagrados, mas também na vida cotidiana, nos lugares privados como as casas, e nos lugares públicos como as ruas.

A universalidade da mensagem cristã indica a medida dos lugares nos quais expor as imagens, quer dizer, todos os lugares. As imagens sagradas devem além disso estar presentes nos ornamentos sagrados e também nos paramentos.

Não se detalha a técnica, de fato, as imagens podem ser pintadas, em mosaico, ou em qualquer outra técnica oportuna, mas se necessita do sujeito: “que sejam a imagem do senhor Deus e Salvador nosso Jesus Cristo, ou da Imaculada Senhora nossa, a Santa Mãe de Deus, dos santos anjos, de todos os santos e justos”. Portanto, trata-se claramente de imagens que representam prioritariamente Jesus Cristo, cuja encarnação é o princípio fundacional da arte sacra figurativa, e também a Mãe do Senhor, os anjos, os santos e os justos, quer dizer, todo o corpo da Igreja, seu mistério e sua história.

O Concílio precisa também os motivos e as finalidades das imagens sagradas: “de fato, quando mais prudentemente estas imagens forem contempladas, tanto mais aqueles que contemplam serão levados à recordação e ao desejo dos modelos originais e a tributar-lhes, beijando-as, respeito e veneração”. A contemplação das imagens induz à recordação e ao desejo dos sujeitos representados; trata-se portanto de uma dinâmica cognoscitiva e afetiva, que parte da imagem representada, mas termina no sujeito real; é análoga, poderíamos dizer, à função que as fotografias de nossos entes queridos têm, que nos recordam as pessoas amadas. Manter viva recordação e o desejo constitui um cuidado importante da própria fé, o cultivo da própria vida espiritual.

Trata-se de uma relação não idolátrica, porque a finalidade da adoração não é a imagem, mas o sujeito representado. De fato, o Concílio cuida em prevenir e deixar à margem os excessos que tinham estado presentes no Oriente cristão, e que tinham também induzido, em contrapartida, a reação iconoclasta.

Não se trata, certamente, de uma verdadeira adoração (latria), reservada por nossa fé só à natureza divina, mas de um culto similar ao que se faz à imagem da cruz preciosa e vivificante, aos santos evangelhos e aos demais objetos sagrados, honrando-os com a oferenda do incenso e de luzes segundo o piedoso costume dos antigos.

A honra feita à imagem, na realidade, pertence àquele que está representado, e quem venera a imagem venera a realidade de quem nela está reproduzido. Trata-se portanto de uma honra feita à realidade e não à representação, mas que através do culto feito à imagem se alimenta e se expressa a adoração por Deus, o único digno de ser adorado. Observemos que o correto parâmetro do culto da imagem está constituído pelo culto da cruz, preciosa e vivificante, e posto em analogia com o culto que se dá ao Evangelho, que obviamente não significa adoração do livro, mas da Palavra de Deus.

O Concílio sublinha que o culto das imagens forma parte da tradição da Igreja: “Assim se reforça o ensinamento dos nossos santos padres, ou seja, a Tradição da Igreja universal, que de um extremo ao outro da Terra acolheu o Evangelho. Assim nos tornamos seguidores de Paulo, que falou em Cristo, do divino colégio apostólico e dos santos Padres, mantendo a tradição que recebemos. Assim podemos cantar para a Igreja os hinos triunfais à maneira do profeta: “Alegra-te, filha de Sião, exulta filha de Jerusalém; goza e regozija-te com todo o coração; o Senhor tirou de teu meio as iniquidades dos teus adversários, foste libertada das mãos dos teus inimigos. Deus é rei no teu meio, não mais verás o mal”.

O culto das imagens se legitima no ensinamento apostólico, na tradição da Igreja universal. Não só, mas se afirma depois que “o que se confiou à Igreja” é “o Evangelho, a representação da cruz, imagens pintadas ou as sagradas relíquias dos mártires”; portanto, as imagens pintadas formam parte do depósito da fé, do que foi “confiado” à Igreja, fugindo portanto ao arbítrio dos homens: ninguém pode decidir que se pode menosprezar o culto das imagens.

A tradição do culto às imagens é ininterrupta na Igreja Católica que, ao contrário, encontra nesta prática um sinal de distinção das tendências iconoclastas próprias de muitas correntes protestantes. O Concílio Vaticano II se coloca em continuidade com a tradição, e na Constituição sobre a Sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, afirma:

“Mantenha-se o uso de expor imagens nas igrejas à veneração dos fiéis”. Analogamente ao Concílio de Niceia, afirma que a devoção deve ser correta, e sobretudo que o sentimento que se suscite não seja a admiração pela imagem, mas a veneração dos sujeitos apresentados: “Sejam, no entanto, em número comedido e na ordem devida, para não causar estranheza aos fiéis nem contemporizar com uma devoção menos ortodoxa”.

Talvez uma das reflexões mais claras e profundas sobre o uso das imagens sagradas está na introdução ao Compêndio do Catecismo da Igreja Católica (20 de março de 2005): [As imagens] “provêm do riquíssimo patrimônio da iconografia cristã. A tradição secular e conciliar diz-nos que também a imagem é pregação evangélica. Os artistas de todos os tempos apresentaram à contemplação e à admiração dos fiéis os fatos salientes do mistério da salvação, no esplendor da cor e na perfeição da beleza.

Indício de que, hoje mais do que nunca, na época da imagem, a imagem sagrada pode exprimir muito mais que a palavra, pois é muito mais eficaz o seu dinamismo de comunicação e de transmissão da mensagem evangélica” (n. 5).

A imagem, durante os séculos, conseguiu transmitir os fatos sobressalentes do mistério da salvação, e muito mais hoje, na civilização da imagem, deve saber recuperar sua própria importância fundamental, enquanto que a imagem transmite mais que as próprias palavras, em um dinamismo de comunicação e transmissão da Boa Notícia.
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* Rodolfo Papa é historiador da arte, professor de história das teorias estéticas na Universidade Urbaniana, em Roma; presidente da Accademia Urbana delle Arti. Pintor, autor de ciclos pictóricos de arte sacra em várias basílicas e catedrais. Especialista em Leonardo Da Vinci e Caravaggio, é autor de livros e colaborar de revistas.

A liberdade religiosa é um direito humano desrespeitado por muitos estados no mundo.


Pe. John Flynn, LC

A liberdade religiosa é um direito humano, diz o Departamento de Estado norte-americano em seu Relatório Internacional sobre Liberdade Religiosa 2010, que abrange o curso que terminou em 30 de junho.

“O direito de acreditar ou não acreditar, sem medo de intervenção ou restrição de qualquer governo, é um direito humano básico”, observou o relatório, que foi divulgado em 17 de novembro. É uma agenda global, contida na Declaração Universal dos Direitos Humanos, acrescentou. Como tal, “fornece uma base essencial para uma sociedade baseada na dignidade humana, numa sociedade civil robusta e numa democracia sustentável”.
O relatório propõe um quadro de análise em que descreve as principais situações nas quais a liberdade religiosa não é respeitada.

1) Governos autoritários. Esta situação é na que mais abusos foram cometidos, disse o relatório. Nesses países, os governos estão se esforçando para controlar completamente todo pensamento e expressão religiosos e consideram alguns grupos religiosos como inimigos do Estado, ao fornecer um conjunto alternativo de crenças que desafiam a ideologia dominante.

2) Hostilidade com relação aos grupos religiosos não-tradicionais e minoritários. Embora não seja uma tentativa de exercer um controle completo, há graves abusos quando os governos intimidam e assediam as comunidades religiosas e não fazem nada frente a atos de intolerância contra elas. Este é um problema real quando um governo é formado por um grupo étnico ou religioso majoritário, que reprime as minorias.

3) Incapacidade para lidar com a intolerância social. Alguns Estados não conseguem resolver a intolerância contra certos grupos religiosos. Embora possa haver leis que garantem a liberdade religiosa, isso não é suficiente.

4) Discriminação institucionalizada. Às vezes, o governo restringe a liberdade religiosa aprovando leis discriminatórias ou promovendo ativamente uma religião ao invés de outra. Isso pode discriminar comunidades religiosas novas ou historicamente reprimidas.

5) Ilegitimidade. Alguns governos discriminam grupos específicos, alegando que eles são ilegítimos ou perigosos para os indivíduos ou para a ordem social. Nesta situação, tais grupos são descritos como “cultos” ou “seitas”.
Preocupação mundial
A falta de liberdade vai além de uma preocupação por alguns Estados em particular. O relatório observou que, nos últimos anos, alguns países com populações muçulmanas têm procurado promover, em organismos internacionais, como a ONU, o conceito de “difamação de religiões”.
O Departamento de Estado assinalou que, embora não se deva tolerar a falta de respeito pelas crenças religiosas, essas iniciativas podem ser usadas para prejudicar a liberdade de religião e de expressão. Em vez de tentar proibir a expressão, os governos fariam algo melhor desenvolvendo procedimentos que enfrentem a discriminação, recomendou o relatório.
Outra questão internacional é a tendência crescente de tentar que as pessoas retornem ao seu país de origem pela força, onde é provável que sofram perseguições por suas atividades religiosas. O relatório indicou a China neste tipo de abuso, por tentar forçar o regresso de muçulmanos uigures e de budistas tibetanos de outros países.
A maior parte do relatório é dedicada a uma análise de cada país sobre o estado da liberdade religiosa. Continuando com a China, o Departamento de Estado comentou que há tolerância de cinco denominações religiosas – budistas, taoístas, muçulmanos, católicos e protestantes – e isso é limitado às associações patrióticas dessas religiões autorizadas pelo Estado.

Nos 12 meses abrangidos pelo relatório, houve alguns aspectos positivos. O Departamento de Estado assinalou que as autoridades permitiram que o trabalho social das organizações religiosas registradas, assim como de alguns grupos religiosos estrangeiros. Houve também uma melhora na cobertura da mídia oficial sobre as questões da liberdade religiosa e ao estatuto das igrejas não registradas.
No entanto, funcionários do governo continuaram controlando e, em alguns casos, assediando certos grupos religiosos e espirituais, tanto registrados como não registrados, segundo o relatório. Além disso, apesar dos desmentidos oficiais de que ninguém foi preso ou detido somente por causa de sua religião, o governo tem detido ou condenado alguns líderes religiosos e seus seguidores.

Paquistão

As notícias não são tão boas com relação ao Paquistão. O país recentemente ocupou manchetes devido à preocupação com o destino da Asia Bibi, uma mulher condenada à morte por supostamente blasfemar contra Maomé. Até o Papa Bento XVI se referiu publicamente à sua situação. Há alguns dias, ela foi perdoada pelo presidente do Paquistão.

O Departamento de Estado observou que, enquanto no ano passado o governo tomou medidas para melhorar a situação das minorias religiosas, ainda existem alguns problemas. No ano passado, aumentou o número e a gravidade dos casos notáveis de intolerância religiosa. Isso tem sido trabalho não só dos indivíduos, mas também dos funcionários e forças de segurança que aplicaram as leis, que abusaram das pessoas detidas ou não conseguiram evitar ou suspender os abusos. Por exemplo, em 16 de setembro de 2009, um jovem cristão, Robert Fanish, que foi acusado de blasfêmia, morreu enquanto estava detido pela polícia.

As leis que proíbem a blasfêmia continuaram sendo usadas contra os cristãos e membros de outros grupos religiosos, segundo o relatório. Este é um problema agravado pelo fato de que os tribunais inferiores muitas vezes requerem evidências adequadas em casos de blasfêmia. Como resultado, alguns têm acusado e condenado pessoas a passar anos na prisão antes de, eventualmente, os tribunais superiores anularem as condenações; 1.032 pessoas foram processadas por blasfêmia entre 1987 e 2009.

O Egito é outro país problemático, destacado no relatório. Continua sendo escasso o respeito à liberdade religiosa, sem melhoras em relação ao ano anterior. Além da discriminação e assédio por parte das autoridades, o governo não foi capaz de processar os culpados de violência contra os cristãos coptos. Esta inação resultou em um “clima de impunidade”, quando se trata de crimes contra os coptos, expôs o relatório. Há também longos atrasos, inclusive de muitos anos, para a obtenção de autorizações para restaurar ou ampliar igrejas existentes.

Aqueles que se convertem do islamismo ao cristianismo continuam enfrentando problemas na obtenção de novos documentos, como a carteira de identidade e permissões para se casar. O governo também discrimina os cristãos na hora de conseguir um emprego no setor público.

Pouco respeito

A Coreia do Norte, que atualmente atrai muita atenção por
sua agressão militar, não demonstrou qualquer melhoria no seu “respeito extremamente pobre pela liberdade religiosa”, indicou o relatório. Alguns visitantes comentaram que os serviços religiosos em igrejas aprovadas pelo Estado pareciam ser feitos e usados para dar sustentação política ao regime.

Em maio deste ano, 23 cristãos foram presos por pertencerem à Igreja clandestina na Kuwol-dong, no sul da província de Pyongan. De acordo com relatos, três foram executados e os outros foram enviados para um campo de prisioneiros políticos.

No Vietnã, o relatório apontou algumas melhorias e observou que o presidente Nguyen Minh Triet se reuniu com o Papa Bento XVI no Vaticano. No entanto, de acordo com o Departamento de Estado, continua havendo problemas sérios.

No ano passado, houve casos ocasionais de assédio e de uso excessivo da força contra membros de grupos religiosos por funcionários do governo local. Outros problemas estão relacionados a atrasos na aprovação do registro de congregações protestantes e a persistente falta de autorização do governo para traduzir a Bíblia ao hmong, apesar da espera de cinco anos.

O relatório também comentou que não havia informações sobre o tratamento cruel aos prisioneiros acusados de provocar violência durante um protesto contra o fechamento de um cemitério na paróquia católica de Con Dau.
Outros países sem liberdade religiosa são mencionados no resumo do relatório. São: Irã, Iraque, Arábia Saudita, Birmânia, Cuba e Venezuela.

“Em muitos lugares, as pessoas se tornam objetivo devido às suas crenças religiosas e enfrentam a discriminação, intimidação e até mesmo ataques violentos”, disse no relatório de Michael H. Posner, secretário adjunto no Departamento para a Democracia, os Direitos Humanos e o Trabalho. Uma triste situação que continua em muitos países e que a mídia e o a opinião pública costumam ignorar.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Campanha em ônibus diz que Deus pode não existir.


A Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos) veicula a partir de hoje campanha publicitária para dizer que Deus pode não existir.
As peças de propaganda, com frases como “Religião não define caráter” e “A fé não dá respostas. Ela só impede perguntas”, circularão em ônibus de Salvador e Porto Alegre por um mês.
“O prazo pode se estender, se tivermos doações”, diz Daniel Sottomaior, da Atea.
A campanha teve início no Reino Unido em 2009 e se espalhou por outros países, com resultados distintos.
Nos EUA e na Espanha, a iniciativa deu certo, provocando a esperada polêmica. Na Itália, a veiculação foi proibida. Na Austrália, a companhia responsável por anúncios em ônibus se recusou a exibi-los.
Algo parecido aconteceu em São Paulo. Depois que conheceu o conteúdo dos anúncios, já após a assinatura do contrato, a empresa que os veicularia se negou a fazê-lo, alegando que a legislação proíbe temas religiosos. A Atea avalia a possibilidade de uma ação judicial.
Metade dos cerca de R$ 10 mil utilizados na campanha brasileira vem de pequenas doações e de recursos da própria instituição. A outra metade vem de um único doador paulista que prefere permanecer anônimo.

Veja essa outra notícia complementar.

Empresas de mídia barraram uma campanha publicitária com dizeres contra a religião patrocinada pela Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos). As firmas se recusaram a veicular os anúncios mesmo depois de o contrato já ter sido assinado. A Atea estuda as medidas judiciais cabíveis.
As peças de propaganda, com frases como “Religião não define caráter” e “A fé não dá respostas; ela só impede perguntas”, deveriam circular em ônibus de Salvador, São Paulo e Porto Alegre pelo período de um mês. A recusa ocorreu primeiro em São Paulo e depois em Salvador, sob a alegação de que as mensagens poderiam violar dispositivos das respectivas leis de publicidade em espaços públicos. Há informações ainda não confirmadas de que a empresa de Porto Alegre também vai romper o contrato.
“As seguidas recusas de prestação de serviço são uma confirmação contundente da força do preconceito contra os ateus, e da necessidade de acabar com ele. Nossas peças nada têm de ofensivas, e o teor de suas críticas empalidece frente às copiosas afirmações dos livros sagrados de que ateus são odiosos, cruéis, maus e devem ser eliminados. Existe um duplo padrão em ação aqui”, diz Daniel Sottomaior, presidente da Atea.

Fonte: Folha de São Paulo

Nova ministra defende “homoafetividade” discutida em sala de aula das escolas.


Nova titular da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, que tem status de Ministério do governo Dilma Roussef, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) rejeita a palavra “homossexualismo”. “Remete a doença”, explica.
Em entrevista ao Terra por telefone de Brasília, a ministra afirmou que pretende dar incentivo à inclusão de assuntos relacionados à diversidade de gênero no projeto pedagógico das escolas, inclusive a chamada “homoafetividade”. “Ela existe, assim como alunos de diferentes idades, diferentes comunidades. A palavra ‘diversidade’ deve estar combinada com a palavra ‘respeito’ e devemos criar espaços para esta prática”, disse.
A professora Maria do Rosário assume a pasta deixada pelo ministro Paulo Vanucci e declarou pretender dar continuidade ao projeto do antecessor.
Entre os focos principais, a proteção dos direitos das crianças, idosos e mulheres.
Sobre os mais recentes episódios de violência contra homossexuais ocorridos em São Paulo, a deputada petista diz que a questão “depende de mudanças nos costumes”, com “políticas culturais, educação e estímulo à convivência”. Sentido de viver em comunidade e respeitar. “Nunca é uma questão primeiramente policial. Precisamos compor e fortalecer valores, compreendendo a diversidade”, disse.
Apesar de reconhecer na solução do problema algo mais complexo que a simples represssão policial, Maria do Rosário afirma ser necessária uma postura firme do poder público para reprimir os atos de violência. “As autoridades precisam estar atentas, fazer o enfrentamento, principalmente de grupos marcados por sua atuação intolerante, como gangues de neonazistas”, disse.
Fonte: Terra

Reino Unido: 46% acham o Nascimento de Jesus “irrelevante” para o Natal.


Nova pesquisa do fórum de Teologia Theos revela até que ponto a sociedade britânica está dividida sobre o significado do Natal.
Uma sondagem de 1.000 adultos descobriu que pouco menos da metade (46%) concordaram com a afirmação de que o nascimento de Jesus é “irrelevante” para o Natal, em comparação com 51% que acreditam que seu nascimento é relevante.
Havia diferenças claras na importância atribuída ao nascimento de Cristo entre as nações, sexos e idades.
Os escoceses foram mais propensos a discordar com a afirmação (65%), comparado com uma média de 51% na Grã-Bretanha.
Surpreendentemente, as pessoas entre 18 e 24 eram mais prováveis do que qualquer outro grupo etário de discordar com a afirmação (55%), desafiando a suposição comum de que o nascimento de Cristo só é significativo para as gerações mais velhas.
As mulheres eram mais prováveis do que os homens em discordar da afirmação 56% contra 47%.
Os resultados também revelaram uma queda no número de pessoas que pretendem assistir a um culto de Natal neste ano: 44% em 2008 para 36% em 2010.
A pesquisa também descobriu que o Natal é provável que seja um momento difícil para as pessoas mais pobres da Grã-Bretanha, com 22% das pessoas com o menor grupo sócio-econômico dizendo que eles temem Natal, 4% superior à média nacional.
Eles também eram mais propensos a pedir dinheiro emprestado para cobrir os custos de suas celebrações de Natal (15% em comparação com a média nacional de 13%).
Fonte: Christian Today

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Líderes religiosos nos EUA defendem matrimônio natural entre homem e mulher.

Líderes anglicanos, batistas, católicos, evangélicos, judeus, luteranos, sikhs, entre outros, assinam este compromisso divulgado esta segunda-feira que assinala: “o matrimônio é a permanente e fiel união de um homem e uma mulher. Como tal, o matrimônio é a base natural da família. O matrimônio é uma instituição fundamental orientada ao bem de toda a sociedade, não só das comunidades religiosas”.

Um grupo de 26 líderes religiosos nos Estados Unidos, representantes de um amplo setor da população, expressaram seu apoio ao matrimônio natural conformado por um homem e uma mulher, através de uma carta aberta titulada “O Amparo do Matrimônio: Um compromisso compartilhado”.

O novo Presidente da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) e assinante do compromisso, Dom Timothy Doam, assinalou a respeito que “o amplo consenso refletido nesta carta é claro: a lei do matrimônio não deve ser se relaciona com a imposição da religião a ninguém, mas com o amparo do bem comum para todos”.

O também Arcebispo de Nova Iorque indicou que “as pessoas de qualquer credo ou sem ele podem reconhecer que quando uma lei define que o matrimônio se dá entre um homem e uma mulher, vincula legalmente um pai e uma mãe respectivamente com o outro e a seus filhos, reforçando esta célula básica da sociedade humana”.

Fonte: usccb.org

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Virgem Maria teria aparecido nos EUA em 1859, afirma bispo católico.


O bispo da diocese católica de Green Bay, cidade no Estado de Wisconsin, disse que a Virgem Maria apareceu a uma freira, de origem belga em 1859.

O bispo David Ricken anunciou sua descoberta nesta quarta-feira em uma missa no Santuário de Nossa Senhora da Ajuda em Champion. O local é um destino popular para orações desde que a aparição foi registrada pela irmã Adele Brise.

A TV WLUK informou que Rickens começou uma investigação em janeiro de 2009. Ele indicou uma equipe de três especialistas para investigar a história.

O bispo disse que a personalidade de Brise foi um importante fato na decisão de confirmar a aparição de Maria.

Fonte: Folha de São Paulo

Latinos Americanos rejeitam esmagadoramente aborto em pesquisa de opinião feita em 18 países.

Por Felipe VianaMatthew Cullinan Hoffman
Uma enorme pesquisa de opinião pública que fez perguntas para 20.000 pessoas em 18 países latino-americanos confirma que os latino-americanos continuam a rejeitar o aborto em maioria esmagadora.

A pesquisa, intitulada “Public Opinion Regarding Abortion: Uruguay and Latin America” (Opinião Pública com relação ao Aborto: Uruguai e América Latina), foi conduzida pela Universidade Uruguaiana da República. Os entrevistados eram solicitados a classificar a justificabilidade do aborto numa escala de um a dez, com um indicando “jamais” e dez indicando “sempre”.

Com exceção do Uruguai, em média a resposta para cada país era um pouco acima de 2, com pontuações individuais estendendo-se da Guatemala com uma pontuação de 1,31 à Argentina em 2,99. As duas pontuações próximas mais elevadas depois da Argentina foram a do México e Nicarágua, com pontuações respectivas de 2,53 e 2,35. Brasil e Colômbia, que são os dois maiores países da América do Sul e coletivamente representam mais da metade da população do continente, tinham pontuações de 2,27 e 1,80. A média para todos os países da América Latina e Caribe foi 2,1.

O Uruguai, um dos menores países da América Latina, se desviou a olhos vistos do resto das nações no estudo, com uma pontuação de 4,13.

O estudo também concluiu que, ao contrário das afirmações feitas por grupos pró-aborto, os “indivíduos que justificam o aborto são na maioria homens”, e acrescentou que eles tipicamente são da “idade de 40 anos ou mais jovens, com um elevado nível de educação, baixo nível de privação de bens, baixa religiosidade e que não professam a fé católica ou evangélica”.

Fonte:
Revista Veja Online

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Imaculada Conceição da SS.Virgem

Por Felipe Viana


Toda sois formosa, ó Maria e em vós não há mácula original.


Esta é a aclamação que a S. Igreja nos coloca nos lábios é bem o grito espontâneo da humanidade inteira,que traz consigo gravadas na sua carne, as consequências funestas do pecado , diante da pureza sem mácula da virgem Maria a mãe de deus determinará desde a eternidade fazer de Maria a mãe do verbo encarnado e adornou-a para isso comm galas de santidade e fez assim de sua alma , que ilibou do pecado ,digna morada do seu filho Jesus.


Esta redenção que assim preservou a virgem , desde a conceição , da mancha e concequências do pecado de Adão , não deve separar-se da nossa propia redenção . A festa da imaculada Conceição anuncia, no coração do advento , os explendores da encarnação redentora . A festa que hoje celebramos e que foi instituida poe pio XII a declaração do dogma conheceu varios precedentes . Já no século VIII se selebrava no oriente a festa da Imaculada , que vamos encontrar no IX na Irlanda e no XI na Inglaterra.

Estas festas são testemunho do culto tradicional da pureza , sem mácula, da senhora , e a definição pontifícia nada mais precisar e afirmar a Fé constante na S. igreja .

Bispo de Goiás emite comunicado explicando “escândalo do preservativo”.


Resposta do Bispo da Diocese

Goiás – GO, 07 de dezembro de 2010.

Queridos/as diocesanos/as e internautas,

Diante de difamações circulando na internet, gostaria de dizer que nossa Igreja Diocesana é fiel às grandes orientações do Concílio Vaticano II e às declarações da Igreja.

Lembro que o Documento de Aparecida disse:

“…fixamos nosso olhar nos rostos dos novos excluídos: os migrantes, as vítimas da violências, os deslocados e refugiados, as vítimas do tráfico de pessoas e seqüestros, os desaparecidos, os enfermos de HIV e de enfermidades endêmicas…” (nº 402), e ainda “Consideremos de grande prioridade fomentar uma pastoral com pessoas que vivem com o HIV Aids, em seu amplo contexto e em seus significados pastorais: que promova o acompanhamento compreensivo, misericordioso e a defesa dos direitos das pessoas infectadas, com critérios éticos, principalmente entre as novas gerações, para que desperte a consciência de todos para conter a pandemia” (nº 421).

A Igreja prega que os melhores métodos de prevenção à Aids são a fidelidade conjugal e a castidade.

Lamento o que aconteceu na Catedral de Goiás no dia 01 de dezembro. A diocese de Goiás quer educar para humanizar a sexualidade, como diz o papa Bento XVI. Os painéis colocados na Catedral neste dia e a distribuição de preservativos em praça pública são contrários às orientações da Igreja. Não é assim que se educa nossa juventude para uma sexualidade responsável.

Reafirmo nossa fidelidade à Igreja e procurarei atuar para que tal iniciativa não se repita.

Se neste dia não estava na cidade é porque tinha um compromisso junto à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil em Brasília.

Dom Eugênio Rixen

Bispo de Goiás

Egito: Cristãos vivem posição delicada no país muçulmano.

- Dois mortos, cerca de 50 feridos (incluindo 7 oficiais e 11 policiais) e mais de 150 pessoas detidas: este é o balanço dos confrontos entre manifestantes coptos e as forças da ordem, ocorridos recentemente na sede do governo de Gizé, ao sul do Cairo.

O protesto, que contou com a presença de cerca de dois mil membros da comunidade copta, segundo a agências AsiaNews

(25 de novembro), foi causado pelas contínuas tentativas das autoridades locais de impedir o trabalho da nova igreja dos Santos Maria e Miguel, em fase de conclusão na área de Talbiya, na região das Pirâmides. Conforme relatado pela agência AsiaNews, desde o início de novembro, as autoridades locais tentam impedir, com vários pretextos legais, as últimas obras do edifício. Apesar de a comunidade copta sustentar que tem todos os documentos corretos e as autorizações necessárias para completar a estrutura, segundo as autoridades locais, as licenças em questão não falam de uma igreja, mas de um centro social.

Na região, vive, de fato, quase um milhão de coptos, mas não há nenhuma igreja, exceto a que está em obras. De acordo com um relatório do governo, em todo o Egito há 93 mil mesquitas, mas apenas 2 mil igrejas.

O protesto, que reflete a crescente raiva e frustração por parte dos cristãos, chega em um momento difícil das relações entre a Igreja copta e a maioria muçulmana. Os coptos, que constituem uma das mais antigas comunidades cristãs do Oriente Médio e certamente hoje a mais numerosa, realmente se consideram cidadãos de segunda classe em seu país. De fato, nos últimos meses, têm aumentado as tensões entre as duas comunidades.

Um exemplo da atmosfera explosiva é a notícia transmitida em 16 de agosto pela imprensa egípcia, segundo a qual as forças de segurança interceptaram um navio com “explosivos” (na verdade, eram fogos de artifício) procedentes de Israel e pertencentes a Joseph Boutros Al-Jabalawi, filho de um líder da Igreja copta em Port Said.

Um mês depois, no entanto, estourou o “caso Bishoy”. Em entrevista ao jornal egípcio Al-Masri Al-Yawm, o bispo Anba Bishoy, secretário do Santo Sínodo e número 2 da Igreja copta, disse que os muçulmanos são “hóspedes” no Egito.

A partir da polêmica, o Centro de Pesquisa Islâmico do ateneu publicou um comunicado – apoiado pelo grão-mufti do Egito, Ali Gomaa – no qual se declara que o Egito é “um Estado muçulmano”. Já em 1980, a Assembleia Nacional declarou o Islã como religião do Estado (Compass Direct News, 22 de novembro).

O mais preocupante agora é que o clima tenso no Egito, com suas acusações, alimentadas por supostos ataques contra o Islã, torna-se para a galáxia do terrorismo islâmico internacional uma desculpa fácil para atacar os cristãos presentes no mundo árabe, como já acontece em outros lugares.

Depois do ataque no Iraque, em 31 de outubro, as autoridades egípcias reforçaram as medidas de segurança em torno das igrejas. Os chefes de várias igrejas se reuniram em 8 de novembro para discutir a questão da segurança dos fiéis, e o próprio Papa Shenouda III cancelou a celebração do 39º aniversário da sua eleição (Compass Direct News, 22 de novembro).

Tudo isso acontece, portanto, em um momento muito delicado para o Egito. No domingo, 5 de dezembro, foi realizado o segundo turno das eleições legislativas, boicotadas pelas principais formações da oposição islâmica e leiga. Enquanto a coalizão de ONG, a Independent Coalition for Elections’ Observation, lançou um apelo ao presidente Hosni Mubarak para anular a votação, segundo os resultados preliminares, o Partido Nacional Democrático (NDP) de Mubarak obteria pelo menos 80% dos assentos no Parlamento do Cairo (Reuters, 6 de dezembro).

Em qualquer caso, na nova assembleia, os representantes da minoria copta serão poucos. Na melhor das hipóteses, serão, no máximo, 5 (de um total de 508 assentos, ou seja, apenas 1%); e no pior dos casos, apenas 2, segundo revela o Al-Ahram Weekly (5 de dezembro), em um artigo com título eloquente: “Egypt elections obliterate Coptic voice”.

(Paul De Maeyer)
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