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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Bento XVI aprova modificações nos ritos de posse do novo Papa

Por Felipe Viana 



     Por Catholic News Service | Tradução: Fratres in Unum.com – O Papa Bento XVI ordenou diversas alterações para as Missas e liturgias que marcarão a inauguração do pontificado do próximo papa.
     Os ritos e gestos que não são estritamente sacramentais ocorrerão antes de uma Missa ou em uma cerimônia que não envolva Missa, disse o Monsenhor Guido Marini, mestre de cerimônias litúrgicas papais, ao jornal do Vaticano, em 22 de fevereiro.
  Uma das mudanças mais visíveis, segundo ele, seria a restauração do “ato público de obediência”, em que cada cardeal presente na Missa inaugural do papa se apresenta e promete obediência.
     Quando o Papa Bento celebrou a sua Missa inaugural, em 2005, 12 pessoas foram escolhidas para representar todos os católicos: três cardeais, um bispo, um padre diocesano, um diácono transitório, um religioso, uma religiosa, um casal, bem como um jovem e uma jovem recém-crismados.
   Marini disse que o Papa Bento aprovou pessoalmente as alterações no dia 18 de fevereiro; elas incluem a oferta de uma escolha mais ampla de orações tradicionais de Missas em polifonia e canto, em vez do novo repertório musical composto para o livro de 2005.
    Após ter experimentado pessoalmente os ritos litúrgicos redigidos pelopredecessor de Monsenhor Marini – e aprovados pelo Papa Bento imediatamente após a sua eleição – o papa sugeriu “algumas alterações com o objetivo de melhorar o texto” dos ritos para o início do pontificado, formalmente conhecido como o “Ordo Rituum pro Ministerii Petrini Initio Romae Episcopi.”
     As alterações, disse o Monsenhor Marini, “seguem na linha das modificações feitas nas liturgias papais” ao longo do curso do pontificado do Papa Bento.
     A edição anterior do caderno de rituais também pedia que o novo papa visitasse as basílicas de São Paulo Fora dos Muros e Santa Maria Maior dentro de duas ou três semanas de sua posse.
     O novo livro, disse Monsenhor Marini, deixa essa incumbência para que o novo papa decida “quando essa visita seria mais oportuna, mesmo com alguma distância da sua eleição, e sob a maneira que ele julgar melhor, seja ela uma Missa, uma celebração da Liturgia das Horas ou um ato litúrgico particular” como aquele que se encontra no livro de rituais de 2005.
  Por outro lado, em uma resposta de e-mail a indagações, Monsenhor Marini disse aoCatholic News Service que nenhuma modificação significativa havia sido feita ao “Ordo rituum conclavis,” o livro de rituais, Missas e orações que acompanham o conclave para eleger um novo papa.

Fonte: Santa Igreja

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Bento XVI nomeia dois novos bispos para o Brasil nesta quinta-feira

Por Felipe Viana 

Padre Marco Aurélio Gubiotti (esq.) e padre Gabriele Marchesi, respectivamente novos bispos de Itabira-Coronel Fabriciano (MG) e Floresta (PE)

O Santo Padre aceitou a renúncia ao governo pastoral da diocese de Itabira-Fabriciano (Brasil), apresentada por Dom Odilon Guimarães Moreira, de acordo com o cân. 401 § 2 do Código de Direito Canônico. e nomeou como bispo da diocese de Itabira- Monsenhor Marco Aurélio Gubiotti

     Os monsenhores Marco Aurélio Gubiotti e Gabriele Marchesi foram nomeados, nesta quinta-feira, 21 de fevereiro, novos bispos para o Brasil. Monsenhor Marco Aurélio  como novo bispo da diocese de Itabira-Coronel Fabriciano (MG) e para a  diocese de Floresta (PE), foi nomeado o monsenhor Gabriele Marchesi.

     Monsenhor Marco Aurélio Bubiotti é mineiro de Ouro Fino (MG), e tem 49 anos de idade. Cursou filosofia no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre, e a teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté (SP). Foi ordenado presbítero em 1989, e exerceu a missão paroquial nas cidades de Brasópolis, Jacutinga, Tocos do Mogi, Bela Vista e Santa Rita do Sapucaí. Obteve o título de Mestre em Estudos Bíblicos pela Faculdade Nossa Senhora da Assunção, de São Paulo (SP). Colaborou com a formação no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre e foi diretor do Instituto Teológico Interdiocesano São José (2000 a 2005) e da Faculdade Católica de Pouso Alegre (2006 a 2009). Atualmente, padre Marco Aurélio era pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Pouso Alegre.

     Monsenhor Gabriele Marchesi nasceu em Incisa Valdarno, na Itália, e está com 59 anos de idade. Cursou filosofia no seminário diocesano de Fiesole, e a teologia em Fiorentino. Ordenado sacerdote em 1978, atuou como pároco na diocese de Fiesole até 2003, quando veio para o Brasil. Desde então, está na diocese de Viana (MA) como sacerdote “Fidei Donum”. Atualmente, era o pároco da Paróquia São Pedro Apóstolo e Nossa Senhora do Rosário na cidade de Pedro do Rosário (MA), e também o coordenador de pastoral da diocese.

Fonte: Boletim diário da Santa Sé e CNBB

Bento XVI poderá vir a publicar ainda um Motu proprio sobre alguns pontos da Constituição Apostólica que regulamenta o Conclave.

Por Felipe Viana 


     Bento XVI está a ponderar a hipótese de publicar num dos próximos dias, obviamente antes do início da Sé vacante, um Motu proprio referente a alguns pontos particulares da Constituição Apostólica sobre o Conclave, que merecerão ser precisados. Declarou-o hoje o Padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, acrescentando não saber se o Papa considerará necessário e oportuno fazer um esclarecimento sobre a questão do tempo do início do Conclave. “Se e quando o documento será publicado, ver-se-á. A mim constava, por exemplo, que se estavam a estudar alguns pormenores visando uma plena harmonização com outro documento que diz respeito ao Conclave, a saber, o “Ordo Rituum Conclavis”. Em todo o caso, a questão depende do Papa e se for o caso, o eventual documento será oportunamente divulgado”.

     Entretanto, teve lugar, na manhã desta quarta-feira, dia 20, na Sala de Imprensa da Santa Sé, um briefing sobre a história dos últimos conclaves, em que interveio o Vice - Prefeito da Biblioteca Apostólica do Vaticano, Dr. Ambrogio Piazzoni, autor de um livro sobre a história da eleição dos papas. Tratou-se de um dos encontros programados pela Sala de Imprensa da Santa Sé, com o objetivo de oferecer aos jornalistas dos diversos países um pano de fundo histórico para uma melhor compreensão do período da Sé Vacante e do Conclave.

     Doutor Piazzoni falou da história dos Conclaves, para fazer luz sobre o que acontece na atualidade. A bem da verdade, as normas que regem os Conclaves realizados atualmente são fruto de experiências e de um amadurecimento que ocorreu ao longo dos séculos.

     O Vice - prefeito da Biblioteca Apostólica do Vaticano começou por observar que os primeiros Conclaves sofriam muitas influências externas, especialmente das autoridades civis. Só em 1059, com o Papa Nicolau II, foi emitido o primeiro documento pontifício sobre o Conclave, onde se indicava com precisão que “somente os cardeais têm o direito e o dever de eleger um Pontífice”. Regra válida até os dias de hoje. Posteriormente, em 1079, foi fixada a maioria de 2/3 dos votantes.

     O “Conclave” propriamente dito (palavra que vem do latim cum clave - fechado à chave), foi instituído apenas em 1271 pelo Papa Gregório X e a obrigação do voto secreto, para dar maior liberdade aos votantes, só foi fixada a partir de 1621. A obrigação do segredo dos Cardeais durante e após o Conclave veio apenas com o papado de Pio X, e que incluía também a obrigatoriedade da conservação da documentação em arquivos.

     Em 1922, um Motu Próprio de Pio XI determinou a espera de 15 dias para iniciar o Conclave, a fim de aguardar a chegada dos cardeais de todo o mundo. A Constituição Apostólica Vacantis Apostolicae Sedis, de 8 de dezembro de 1945, do Papa Pio XII, determinou a maioria de 2/3 mais 1 dos votos dos Cardeais.

     O Motu Proprio “Summi Pontificis electio”, de João XXIII, teve por objetivo simplificar o processo eleitoral. As listas das votações deveriam ser conservadas num arquivo e consultadas somente com a autorização de um Papa. As anotações dos cardeais também deveriam ser conservadas e não queimadas como no tempo de Pio XII e por fim, deveriam ser queimados somente os boletins de voto.

     Somente em 1978, o Papa João Paulo II fixou que o Conclave deveria ser realizado na Capela Sistina. Paulo VI dizia que ‘normalmente’ os Conclaves deveriam ser ali realizados, enquanto que ao longo da história, se dizia que o Conclave deveria ser realizado no local onde o pontífice viesse a morrer. Houve quatro Conclaves realizados no Palácio do Quirinal (atual residência do Chefe de Estado italiano), antiga residência papal. Também foi João Paulo II a estabelecer a Casa de Santa Marta, no interior da Cidade do Vaticano, como local de residência dos Cardeais eleitores, durante o Conclave. João Paulo II também aboliu as formas de eleição ‘por aclamação’ ou ‘por compromisso’, mantendo apenas a forma ‘por escrutínio’.

     No final, interpelado por jornalistas, Dr. Piazzoni explicou quantos Papas haviam renunciado na história. Alguns Pontífices renunciaram obrigados e outros por livre e espontânea vontade. Papa Ponciano, em 235, foi condenado a trabalhar numa mina na Sardenha e, tendo-se prolongada a pena, renunciou para que pudesse entrar em funções um sucessor.
Papa Silvério, em 537, foi obrigado a abdicar e constrangido a exilar-se na Ásia Menor. Martinho V foi preso e mandado para a Crimeia. Sobre o Papa João XVIII, em 1009, não há uma certeza absoluta, mas é muito provável que tenha renunciado. Bento IX, em 1044, renunciou, mas posteriormente voltou ao papado. Posteriormente, houve o caso de Celestino V, que reconheceu não estar preparado, e por fim Gregório XII em 1415.

     Somente um pontífice – sublinhou doutor Piazzoni . pode alterar as regras que regem um Conclave. O que vai ter lugar agora em março será o 75º Conclave da história.

Fonte: Radio Vaticano 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Bento XVI nomeio bispo auxiliar de Curitiba (PR)

Por Felipe Viana 


     O Papa Bento XVI nomeou o bispo auxiliar da Arquidiocese de Curitiba (Brasil) Monsenhor José Mário Angonese, do clero da Arquidiocese de Santa Maria, até agora Reitor do Seminário Arquidiocesano e Pastor maior, atribuindo-lhe a sede titular de Giufi. Rev. José Mário Angonese

     O Rev. padre José Mário Angonese nasceu em 01 de junho de 1960 na aldeia de Unistalda, Diocese do Uruguai, no Estado do Rio Grande do Sul. Ele completou seus estudos de filosofia e teologia no Seminário Maior de Viamão Arquidiocese de Porto Alegre (1983-1989). Ele obteve sua Licenciatura em Filosofia, com especialização em Psicologia da Educação da Faculdade de Filosofia, em Canoas.
Em 16 de Dezembro de 1989, foi ordenado sacerdote e foi incardinado na Diocese de Santa Maria.
Após a ordenação exerceu os seguintes cargos: 
Assistente do Seminário Menor São José e promotor da Pastoral Vocacional (1990-2002), 
Director Espiritual (1991-1998) e depois reitor do Seminário Menor de São José (1999-2001), 
pastor da paróquia Santíssima Trindade em Palma Nova (2002-2010).
Desde 2011, é o pároco da paróquia da Ressurreição e reitor do Seminário Arquidiocesano maior São João Maria Vianney .

Fonte: Boletim diário da Santa Sé

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Bento XVI e os exercícios espirituais

Por Felipe Viana 


     Além das informações já divulgadas, destacamos que quem preside a exposição eucarística é um agostiniano do Sacrário Apostólico.

     A Capela "Redemptoris Mater", uma daquelas restritas ao Papa e à Família Pontifícia, foi reformada e decorada com a soma de dinheiro presenteada pelos Cardeais a João Paulo II em 1996 como conclusão das manifestações do 50º aniversário de ordenação sacerdotal do Pontífice.


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Continuaremos a chamá-lo de Bento XVI, diz porta-voz do Vaticano

Por Felipe Viana 



   O Papa Bento XVI poderá continuar  sendo chamado de Bento XVI após sua renúncia. Isso foi o que disse o porta voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, durante coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira, 14, no Vaticano.
Respondendo aos jornalistas que indagavam sobre a forma como se referir ao Papa no futuro, Padre Lombardi explicou que “ainda não se tem clareza” se será “Bispo emérito de Roma”. Mas quanto ao nome “Bento XVI”, esclareceu que é um título ao qual não pode renunciar.

  “Penso poder reiterar que Bento XVI é um título ao qual não pode renunciar: é o seu nome como Papa, que levou para toda a Igreja e para todo o mundo oficialmente, por oito anos. Então certamente nós continuaremos a poder dizer que é Bento XVI. Isto não muda e não pode evidentemente mudar!”, disse o porta voz.

     Sobre a viagem do Papa após 28 de fevereiro, ele explicou que serão Dom George Gaenswein, que permanece prefeito da Casa Pontifícia, e as “leigas consagradas da família pontifícia”, que já se ocupam da vida cotidiana do Papa, a acompanhá-lo primeiro para Castel Gandolfo, depois para o Vaticano.

     O porta voz também explicou que os cardeais que vão chegar ao Vaticano estarão a partir de 1º de março, não antes disso, na Casa Santa Marta. Ele confirmou que o conclave iniciará entre 15 e 20 de março, “a data será comunicada durante a sede vacante” e que seja o Cardeal Walter Kasper seja o Cardeal Severino Poletto poderão participar, porque completarão 80 anos em março. O limite previsto para o voto é para quem já completou esta idade no primeiro dia da sede vacante.

     Com relação ao encontro do Papa com os párocos e sacerdotes de Roma, realizado também nesta quinta-feira, padre Lombardi disse aos jornalistas que foi um “testemunho único do Concílio Vaticano II”. Mais uma vez, ele voltou a reiterar que a renúncia do Pontífice aconteceu por motivos de envelhecimento e que nem a queda durante a viagem ao México nem outras motivações influíram sobre sua decisão.

Fonte: Canção Nova Notícias e Rádio Vaticano

"Papa mostra grandeza do ministério petrino". Card. Ravasi prega Exercícios Espirituais ao Papa e à Cúria Romana

Por Felipe Viana 


Ouça aqui... RealAudioMP3 
     Na homilia da Missa de Quarta Feira de Cinzas, Bento XVI recordou que as divisões no corpo eclesial desfiguram o rosto da Igreja. O Papa exortou a viver a Quaresma numa comunhão eclesial mais intensa, superando individualismos e a rivalidades. São palavras particularmente significativas nestes últimos dias de Pontificado, como comenta o Cardeal Gianfranco Ravasi, Presidente do Pontifício Concílio para a Cultura, em entrevista ao nosso colega da redação italiana Fabio Colagrande:
R. – A surpresa, naturalmente, declararam-na todos perante a surpresa. Devo dizer que senti sobretudo a admiração, porque o Papa manifestou a grandeza da missão petrina, precisamente ao declarar que a sua fragilidade física tornava este serviço mais difícil. Sob esta luz penso, pois, que se deve admirar por aquilo que fez, em certo sentido, um acto teológico: demonstrou de maneira incisiva o que é realmente o ministério petrino, exactamente no momento em que declarava que já não era capaz fisicamente para poder continuá-la.


R. – O facto de que o ministério é um ministério e esta palavra que usamos, que praticamente foi transformada em sentido também negativo pela tradição política, esta palavra tem no seu coração o "minus", ou seja, o estar ao serviço de, o 'ser menos, não ser dominador. Uma pessoa que é imperial e que exerce este poder, pode tê-lo na mão exclusivamente como sua propriedade. Quando, porém, é um acto de ministério é preciso também ser capaz de se tornar "minus", isto é, de se subtrair para deixar mais espaço a quem consegue realizá-lo mais plenamente.

O Cardeal Ravasi irá pregar a partir de amanhã (dia 17) os exercícios espirituais da Quaresma para o Papa e a para a Cúria Romana, exactamente por escolha de Bento XVI. Nesta contingência particular apresentou-nos o seu estado de espírito para esta tarefa.
R. – Devo dizer que que a emoção é ultrapassada pelo menos por duas razões: a primeira porque o próprio Papa confirmou estes exercícios, querendo-os quase como uma espécie de oásis de serenidade, depois deste vendaval mediático, que ocorreu em consequência da sua opção. Sob este ponto de vista será, pois, um momento de serenidade. Por outro lado, os exercícios são sempre uma experiência de família, porque não estão presentes apenas os meus colegas, mas também pessoas que fazem parte da vida quotidiana da Cúria Romana, e portanto da vida quotidiana do Papa. E’ um mundo interno que tem uma função importante dentro da Igreja e que se encontra num momento de silêncio, de reflexão. Provavelmente nunca como neste momento também a nossa comunidade, daqueles que estão mais próximos do Papa na colaboração, precisam de ter este espaço absoluto, eu diria mesmo branco, em que se está sozinho com a própria consciência e com Deus.


Fonte: Radio Vaticano 

Inicio dos exercícios espirituais no Vaticano

Por Felipe Viana 


     As  8:00 h  de hoje, primeiro domingo da Quaresma, na Capela Redemptoris Mater Palácio Apostólico Vaticano irá começar os Exercícios Espirituais, que são atendidas pelo Santo Padre Bento XVI.
     As meditações serão ditados pelo cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura.
     O retiro terminará na manhã de sábado, 23 de fevereiro.
Na semana dos Exercícios Espirituais são suspensas todas as audiências, inclusive a Audiência Geral de quarta-feira 20 de fevereiro.

Fonte: Boletim Diário da Santa Sé 
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